Inf Peças
JAZIGO INCANDESCENTE
A trama acompanha uma jovem que, ao examinar uma série de fotografias, passa a desconfiar que um homem dado como morto continua vivo e escondido em Belgrado, na antiga Iugoslávia. Movida por uma urgência inexplicável, ela viaja até a cidade e o encontra. A partir daí, durante uma única noite, verdade e ficção travam um embate feroz, revelando memórias, contradições e mistérios sobre quem aquele homem realmente é, e sobre o que ela mesma procura.
- Terça20h
MOANA, UM MAR DE AVENTURAS
Acompanhamos a jovem Moana, determinada a atravessar o oceano em busca de salvar sua ilha e descobrir sua verdadeira identidade. Ao lado de Maui e de outros personagens marcantes, a heroína mostra que acreditar em si mesmo é a maior força que existe.
- Sábado17h
- Domingo17h
MITOLOGIA TROPIKAL
Entre entidades mal assombradas, Sinhás Brancas, CEOs, Sacis, Evangélicos, Curupiras, Xica Da Silva e cidadãos comuns - MITOLOGIA TROPIKAL - narra histórias que interligam o passado do Brasil Colônia a jornadas de exploração e Uberização do trabalho, recriando lendas numa espécie de MITOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS, a partir do legado das lendas afro-indígena-cristão, sob uma ótica de terror-político.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
26º EDIÇAO DO FESTIVAL SATYRIANAS – NÓS VAMOS SORRIR
O festival reúne nomes consagrados e novas vozes das artes cênicas do país. A Satyrianas 2025 conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e mantém sua tradição de acesso democrático: o público paga quanto quiser para assistir aos espetáculos.
- Segunda
- Terça
- Quarta
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
O MENINO MALUQUINHO
Inspirado no livro clássico de Ziraldo, a Nau de Ícaros apresenta seu olhar sobre uma infância que resiste dentro de cada um de nós, amparada pelo afeto e pela liberdade. Misturando teatro, dança e circo, a história relembra um dia em nossa vida de criança feliz
- Quinta11h
- Sexta11h
- Sábado15h
- Domingo15h
SHIMA-AÇU
O espetáculo SHIMA-AÇU celebra o encontro entre duas ilhas e suas culturas: a Ilha de Okinawa, no Japão, e a Ilha do Marajó, no Pará. Inspirado pela amizade entre artistas desses dois territórios, o trabalho cria uma ponte poética entre tradições, memórias e saberes. “Shima”, palavra japonesa que significa ilha, e “Açu”, termo tupi-guarani que quer dizer grande, unem-se para formar um território de criação em homenagem às raízes e às águas que, ao mesmo tempo, nos separam e nos conectam
- Sexta20h30
- Sábado18h30
- Domingo18h30
COLIBRI
Colibri, da artista Maria Emilia Gomes, é um solo de dança contemporânea criado a partir dos desejos da intérprete de voar. Inspirada no pássaro que dá nome à obra, a coreografia atravessa memórias e invoca outras narrativas de seu território de infância, marcado por apagamentos históricos e contextos de exploração. Em cena, elementos cênicos surgem como metáforas e simbologias que conectam a intérprete ao Congado Mineiro, ao rio Gualaxo do Norte, ao rompimento da Barragem de Fundão e a fabulações de crianças de comunidades periféricas de São Paulo e sul da Bahia. Entre céus e serras, “Colibri” sankofa, reivindica dança como tecnologia e amor como possibilidade de existir. A obra é marcada, também, pelo olhar da intérprete e seu corpo preto abre caminho para a inventividade na qual “uma é multidão”.
- Quarta21h
ODE AO INSTANTE
A trama é um convite à musicalidade de cada pessoa, com uma abordagem lúdica e cômica. Por meio da linguagem da palhaçaria, o público se aproxima de conceitos básicos e fundamentais da música, tais como ritmo, harmonia e melodia, bem como da própria história da música. Além disso, a plateia é convidada a participar ativamente das sonoridades que a palhaça propõe.
- Sábado16h
- Domingo16h
DIAMBA
Diamba, obra inspirada no livro em quadrinhos de Daniel Paiva produzido pela Brasa Editora. A peça contará a história sobre a proibição da Diamba e os impactos nos dias atuais.
- Segunda20h
- Terça20h
- Quarta20h
- Quinta20h
O GATTINHO DE BOTAS
Nesta envolvente e divertida aventura, um astuto gatinho decide usar sua sagacidade para transformar a vida do jovem Léo, um plebeu sem grandes perspectivas. Com planos criativos e uma coragem admirável, ele não apenas o ajuda a conquistar a doce Princesa Helena, mas também a descobrir seu verdadeiro potencial. No entanto, o caminho é repleto de desafios — incluindo um temível Ogro.
- Sábado16h
- Domingo16h
EM VOLTA DA MESA
Sinopse A peça “Em Volta da Mesa” é dividida em três atos — Santo, Banquete e Futuro —, que exploram jogos de poder, controle e as tensões que atravessam as relações humanas. Entre diálogos afiados e situações-limite, os personagens enfrentam desejos, ilusões e pressões sociais que moldam seus destinos.
- Sábado16h
- Domingo16h
ZIZINHA, A ÁRVORE E A SOMBRINHA
ZIZINHA, veterinária que cuida de bichos resgatados
- Sábado16h
- Domingo16h
A MÁQUINA
O enredo convida o espectador a adentrar a fictícia cidade de Nordestina, um lugar comum, sem recursos, como tantas cidades do interior do Brasil, onde o jovem Antônio decide mudar seu destino — e o do mundo — para impedir a partida de sua amada Karina. Para isso, promete o impossível: viajar no tempo e trazer o mundo até sua cidade.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado18h e 21h
- Domingo18h
BORDA
Nesse jogo entre fronteira e bordado, simbolizando separação e conexão, Lia Rodrigues explora um espaço de mudanças: corpos e materiais se encontram, se transformam e se reinventam. Com nove bailarinos e bailarinas em cena, a coreografia estuda os possíveis espaços intermediários, com uma pergunta: há um caminho para redesenhar o nosso mundo?
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
JINGOBEL
Elisa mora com sua mãe, uma pessoa com deficiência, acamada. Na noite de natal se descobre sozinha. Mas o inusitado acontece, duas mulheres batem à sua porta: Vanusa e Teresa. Elisa, que está armada, prende as duas em seu apartamento. Ao longo do espetáculo, as personagens estabelecem uma relação de amor e ódio, rejeição e amizade. Além de proporcionar boas risadas, decorrentes da situação absurda em que se encontram. Jingobel revela ao público histórias trágicas de forma cômica, uma ironia necessária. Apresenta e discute entre tapas, tiros e beijos temas como: solidão, autoestima, violência doméstica, homossexualidade, abandono do idoso, religião e preconceito. Tudo regado a peru, vinho e o inevitável “clima natalino”.
- Sábado20h30
