Inf Peças
DO CHÃO NÃO PASSA
Em DO CHÃO NÃO PASSA, o elenco explora a movimentação em plano baixo, através da sensação do peso corporal e da resistência entre cair e a vontade de se impulsionar. A partir de movimentos rasteiros e de ‘rastejos', o trabalho evidencia uma pesquisa sobre a ação da gravidade que nos magnetiza na direção do chão.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
MINHA ESTRELA DALVA
Em 2026, essa memória ganha novo corpo e voz no palco através de um encontro de gigantes. Soraya Ravenle, que iniciou sua brilhante carreira no teatro musical integrando o coro de ‘A Estrela Dalva’ (1987), grande sucesso de Borghi com Marília Pêra, retorna agora para ocupar o centro do palco e encarnar a própria estrela. Com sua potência vocal e sensibilidade, ela não interpreta apenas a “rainha do rádio”, mas a força da natureza que cantou a dor rasgada antes disso virar moda; a mulher que desafiou os moralismos de sua época com o peito aberto e a garganta em chamas. Soraya traz à cena o mito humano, o “rouxinol do Brasil”, que ensinou a um país inteiro que o sofrimento, quando cantado, vira beleza.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Chay Suede vai fazer sua estreia no teatro, e com o encenador Felipe Hirsch na direção, e ainda com o escritor Caetano W. Galindo que divide com Hirsch a dramaturgia do espetáculo. PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY, trata-se de um espetáculo adulto humorístico-filosófico , um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. A peça provoca sua audiência com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se entrelaçam. E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay.
- Sábado19h e 21h30
- Domingo17h e 19h30
ELAS GANHAM VOZ
Em cena, a artista reúne relatos autobiográficos e memórias de mulheres de sua família para tratar de violência sexual, trauma, silenciamento e processos de reparação. A montagem articula corpo, performance, vídeo e palavra, em uma proposta que busca ampliar o debate público sobre o tema e criar um espaço de escuta e reflexão para o público. “Em ‘Elas ganham voz’, eu transformo silêncio em palavra e corpo em memória. É um trabalho que nasce de vivências reais e da escuta das mulheres da minha família, para abrir uma conversa pública sobre violência sexual, trauma e reparação”, afirma Juliana.
- Terça19h
- Quarta19h
O MÁGICO DE OZ – O MUSICAL
Com uma proposta que combina teatro musical, recursos modernos e linguagem acessível, a produção convida crianças, jovens e adultos a mergulharem no universo de Oz. O público acompanha uma jornada que reforça valores humanos, como empatia e superação, em uma experiência que busca ser acolhedora e inspiradora do começo ao fim
- Sábado16h
- Domingo14h
MOSTRA TRUKS – 36 ANOS – ENCANTANDO GERAÇÕES
Entre os dias 14 de março e 25 de abril, o Teatro Viradalata apresenta a Mostra Truks – 36 Anos – Encantando Gerações, com sete das peças mais emblemáticas de seu repertório. É uma oportunidade para o público da Capital matar a saudade do grupo, que, neste hiato de tempo, também círculos por festivais em Portugal e na Colômbia.
- Sábado15h
- Domingo15h
ENCRUZILHADA
Com a trilha tocada em diálogo com os bailarinos e elaborando sobre o movimento coletivo, ENCRUZILHADA investiga gestos do imaginário coletivo e arquivos ancestrais
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado17h
- Domingo17h
LIBERDADE, LIBERDADE – O MUSICAL
Com linguagem musical e forte apelo cênico, a dramaturgia conecta passado e presente a partir de textos, músicas e referências históricas. A ação se passa em um festival de rock, com 15 intérpretes em múltiplos papéis e banda ao vivo, elemento central da encenação.
- Segunda20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 20h
- Domingo15h e 20h
QUANDO ANOITECE
Na trama, Melânia é uma menina preta aparentemente feliz, que junto com Lari, Juca e Jaque forma um grupo de amigos inseparáveis. Porém, às vezes, se sente sozinha e triste por não se identificar fisicamente com nenhum de seus colegas. Quando está sozinha, faz confidências para o seu gravador. Durante um de seus desabafos, eis que surge um ser de outro mundo: “Pedacinho do céu”, Juntas farão reflexões profundas sobre o respeito às diferenças, a valorização da negritude e a importância do amor nas relações.
- Domingo12h
CADEIRA DE BALANÇO
Todos estão em um velório e o público veio ver quem morreu. Em uma conversa direta com a plateia, somos convidados a lembrar a história de Dona Caçula, mulher, artesã maranhense e moradora da cidade de Cantanhede. Entre memórias e personagens, um neto atordoado tenta lidar com a dor da partida e a necessidade de dizer adeus. Com um único ator em cena, Caçula e as figuras que marcaram sua trajetória ganham vida no palco. “Cadeira de Balanço” é uma manifestação de amor, que narra a relação entre avó e neto e o que permanece depois que alguém parte.
- Domingo18h
CONCERTO PARA UM CORPO TRAQUEJADO
Concerto para um Corpo Traquejado é um solo de Wilson Aguiar que combina dança, teatro e autobiografia a partir de episódios marcantes de sua trajetória artística — da infância na periferia de São Paulo aos grandes palcos da cidade. Com direção de Luciana Canton, o espetáculo propõe um encontro íntimo com um corpo de 66 anos, atravessado por falha, persistência e transformação. Ao afirmar sua força poética e política, Concerto para um Corpo Traquejado convida o espectador a reconhecer, no corpo do outro, ecos de sua própria experiência de estar no mundo.
- Sábado20h
- Domingo19h
AVISA QUANDO CHEGAR
Daiana e Lara acompanham pela TV a missão da primeira astronauta a chegar à Lua. Enquanto a viagem sofre boicotes, Daiana começa a sentir uma conexão inexplicável com o que acontece em órbita.
- Sábado20h30
- Domingo18h
NÓS – UM SOLO PARA DUAS
Com 70 minutos de duração, o espetáculo parte de uma história real para dar voz a gerações de mulheres marcadas pelo feminicídio. Em cena, mãe e filha artistas, revivem e reconstroem a trajetória de suas antepassadas, entrelaçando relatos biográficos, dados estatísticos, reflexões contemporâneas e referências a clássicos da dramaturgia universal. A montagem propõe não apenas rememorar a violência, mas reposicionar as narrativas femininas a partir da arte, do afeto e da resistência.
- Sexta19h
- Sábado19h
TEMPORAL
A trama acompanha Hortência (Giovanna Nader), que retorna à cidade onde nasceu em busca de algo que ficou suspenso, e Hélio (Vino Fragoso), que nunca saiu dali. Dono de uma rádio local, ele construiu sua vida sobre a repetição, a rotina e o controle. Entre movimento e permanência, o casal revela modos distintos de existir. Esse embate ultrapassa o campo íntimo e se projeta sobre a cidade, que entra em estado de espera sob a iminência de um temporal. Em meio a notícias, tecnologias, ruídos e memórias, passado, presente e futuro se sobrepõem e os sistemas que sustentavam a ordem se deslocam. Nada permanece intacto: o casal, as horas, a cidade e os vínculos, tudo muda e tudo insiste em permanecer. Eles buscam a todo custo encontrar um equilíbrio em si e no tempo antes que seja tarde demais.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
NÃO NEM NADA
Não nem nada é o que está dado: 4 atuantes convidam o público a perceber o absurdo do cotidiano num mosaico de cenas da nossa contemporaneidade distópica - a fragmentação dos sujeitos e das relações, a comunicação interrompida, o excesso e a velocidade das informações e a alienação do próprio ser são alguns disparadores da peça plano-sequencia que, em tempos de crise do indivíduo, ousa conquistar o público durante 12 episódios - não pela tragédia que propõe enquanto tema, mas pela potência da forma com que o faz: em coletivo.
- Sexta18h
- Sábado18h
- Domingo17h
