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SAMAÚMA – ÁRVORE MÃE
Samaúma - Árvore Mãe é um espetáculo que trata das relações entre o ser e o meio ambiente, inspirado pelos mitos e pela realidade contemporânea, em especial a indígena em suas florestas. Feita com atores e a manipulação de bonecos, é recomendada para todas as idades. Samaúma conta a história de uma missão na Amazônia – com uma dupla atrapalhada à frente e sua chefa, a Dona - com a função de ocupar e transformar em pasto parte da mata. Mas todos saem transformados da incumbência, e a grande responsável por isto é a empatia.
AGNES DE DEUS
A trama é um thriller psicológico que aborda a investigação de um crime: O assassinato de um bebê recém-nascido, supostamente cometido pela própria mãe da criança, uma jovem freira. A peça, baseada em fatos reais, nos conta os desdobramentos desta investigação. A história tem início quando um bebê é encontrado morto em um cesto de lixo no quarto de um convento. O texto apresenta a Dra. Martha (Clara Carvalho), uma psiquiatra; a Irmã Miriam Ruth (Mariana Muniz), coordenadora de um convento; e Agnes (Gabriela Westphal), a jovem freira.
KAFKA E A BONECA VIAJANTE
Referência obrigatória na literatura mundial do século XX, o escritor Franz Kafka (1883-1924) teria vivido, já no fim da vida, uma história curiosa. Ao caminhar por uma praça perto de sua casa, encontrou uma menina que chorava por ter perdido sua boneca. Sensibilizado pelo sofrimento da criança, ele passou a escrever cartas à menina como se fossem enviadas pela boneca, em que descrevia suas incríveis aventuras pelo mundo. A bela e intrigante história já foi contada em livros, contos e peças, mas até hoje não há provas de que realmente tenha acontecido – as cartas jamais foram encontradas, tampouco a dona da boneca.
GRAÇA
A comédia conta a divertida história dos moradores de uma pacata cidade do interior que veem suas vidas mudarem com a chegada de uma palestra que questiona: afinal de contas o que é a Graça?
QUANDO O DISCURSO AUTORIZA A BARBÁRIE
Quando o discurso autoriza a barbárie desvela, em cena, muito desse conjunto de visualidades e enunciados que sustenta a violência estatal e institucional no Brasil contemporâneo. Ao radicalizar a pesquisa ético-estética desenvolvida nos últimos anos, a Companhia de Teatro Heliópolis aposta numa encenação híbrida, apoiada no desdobramento de imagens-síntese, em que os corpos das atrizes e dos atores em diálogo com o próprio espaço cênico e suas materialidades compõem o eixo dramatúrgico principal. E assim põe em xeque a organização lógica de eventos que compõem a história oficial do Brasil.
- Sábado20h
- Domingo19h
TRINTA ANOS ESTA NOITE OU O ESPELHO NEGATIVO
Acompanhada de um músico/ator, Dulce Muniz interpreta um texto que faz a relação entre momentos significativos de sua vida e a história mais recente do Brasil. Um solo teatral que aborda como tema a dor feminina, suas manifestações e simbolismos. Junto disso, a relação da atriz com a Síndrome de Fibromialgia se mostra presente e conduz o espetáculo por outras dores e experiências, como a tortura, desaparecimento de presos políticos e a vida de mulheres, negros e indígenas.
CENA OURO – EPIDE(R)MIA
No palco, diferentes agentes da região central da cidade de São Paulo se aproximam e colocam em cena as vivências deste território compartilhado. A narrativa costura a vida cotidiana à mitologia e à figura da medusa em um jogo entre o que é maleável e o que é tornado estátua no contexto.
MAMULENGO
Espetáculo Mamulengo - Espetáculo feito com Mamulengos, os bonecos populares do Nordeste, a peça conta a aventura de Joana em busca de seu amigo João em pleno carnaval pernambucano. Uma história divertida que vai encantar todas as idades.
ATÉ AS PRINCESAS SOLTAM PUM
Musical inédito baseado no livro de mesmo nome, o musical gira em torno da pequena Laura, que se envolve em uma discussão na escola por defender que as princesas mais famosas do mundo não soltam pum. Mas a tarefa não será fácil.
DESTROCA
Destroca conta a saga de dois irmãos (um menino e uma menina), que, após trocarem o pai por uma iguana com um amigo, partem em uma busca fantástica para recuperar o extraviado genitor e evitar o castigo materno. Detalhe: tudo isso se passa antes da hora do jantar, o que aumenta ainda mais a aventura e as trapalhadas.
REFÚGIO
Refúgio transforma o palco em um espaço de escuta, partilha e resistência. A montagem nasceu de rodas de conversa com o elenco — todas integrantes do Centro Cultural Bibli-ASPA — e apresenta, em português, histórias reais marcadas por opressão, violência e deslocamento forçado. Em cena, essas vivências se transformam em força coletiva, revelando a potência da arte como ferramenta de acolhimento e transformação.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
UMA CINDERELA DE RITMO FRENÉTICO
Em cena, dois atores interpretam onze personagens. Ian Soffredini e Michelle Zampieri, em ritmo dinâmico, entram e saem do palco, como uma bela e delicada moça, como um rei bonachão, como frágeis ratinhos, como megeras, como príncipe, como fada, e assim por diante. A agilidade da dupla provoca surpresa e encanta o público. Vale destacar o toque moderno na encenação. Um exemplo é a mimada Anastácia, irmã postiça de Cinderela, que tem um jeito enjoado de se expressar, usando termos típicos de adolescentes, de forma caricatural. Tais aspectos fazem desse Cinderela um espetáculo único: sutil, dinâmico e muito bem-humorado.
- Sábado
- Domingo
O PEQUENO PRÍNCIPE
O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai em busca de novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens, como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso, acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que, coincidentemente, sofreu uma queda de avião no mesmo local.
BICHADOS
A peça gira em torno de William, um ator em crise que completa 45 anos e organiza uma festa de aniversário. Tudo está aparentemente em seu devido lugar — ordenado como um feed nas redes sociais ou como um túmulo. A festa serve como metáfora para rememoração da vida deste homem, que decide rever seus acordos com o tempo, lançando luz sobre o envelhecer LGBTQIA+ e a finitude.
O LEGÍTIMO PAI DA BOMBA ATÔMICA
O texto, inspirado na história real do físico judeu húngaro Léo Szilárd e na sua participação na construção da primeira bomba atômica, traz para a cena as figuras de sua esposa, a médica Gertrude Weiss, e diversos personagens históricos, entre eles Albert Einstein, o presidente americano Harry Truman, o general Groves, e vários outros que direta ou indiretamente colaboraram para a construção da bomba e para seu lançamento que resultou no extermínio de centenas de milhares de pessoas em Hiroshima e Nagasaki.
