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FADOS E OUTROS AFINS
Um mergulho nas águas, paisagens e palavras luso-brasileiras e um convite à escuta dos fados portugueses e cantores brasileiros. Com Fados e Outros Afins a bailarina e atriz Mariana Muniz, sob a direção de Maria Thaís, faz uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife
CHEMICAL FUNK
O Chemical Funk surgiu em 2006, reunindo um grupo de amigos que já praticavam Danças Urbanas em outros grupos e Cias do Estado de São Paulo, para poder compartilhar mais sobre as danças chamadas de “Funkstyles”, que são as danças vernaculares, atualmente conhecidas como Danças Urbanas que tiveram origem na Califórnia e são descendentes diretas do Soul/Funk. Outra característica do grupo é o fato de gerar conexões entre as gerações, algo que ocorre desde de a sua formação até hoje. O grupo sempre criou projetos e iniciativas agregadoras, convidando outros artistas e outros coletivos para participarem de suas propostas, valorizando aqueles que já estavam fazendo antes de o grupo surgir e aqueles que estão começando agora.
O CORPO SEQUELA
O espetáculo propõe a reflexão e o olhar para as consequências da vida que reverberam neste corpo que dança mesmo diante de questões psicológicas, familiares ou sociais. Que corpo é esse, sequelado, que dança, que transmite e que comunica, quais histórias ele conta? A cada sequela, uma história, a cada história, uma reflexão. O que tem por trás da sua sequela?
ZEBRA SEM NOME
Uma jovem e inquieta zebra, moradora da savana africana faz uma jornada mundo afora em busca de autoconhecimento e do direito mais básico de todos: um nome para chamar de seu, um sinal que a caracterize como indivíduo na manada e na sociedade. Para isso, Zebra sem nome contará com aliados e passará por espaços aprendendo os conceitos de liberdade, empatia, solidariedade e justiça. Esta heroína retornará à savana com sua bagagem cheia de conhecimento para dividir com os seus iguais e com uma descoberta surpreendente: a alcunha mais incrível que poderia ter.
- Sábado16h
- Domingo16h
SCINESTESIA
O título “SCinestesia” surge da exploração dos diferentes significados das palavras sinestesia (mistura de sentidos) e cinestesia (conjunto de sensações que torna possível perceber os movimentos musculares). Materializados nos corpos e na cena, ambos os significados dissolvem as fronteiras entre dentro e fora, objetivo e subjetivo, consciente e inconsciente, incorporando ainda mais o universo surreal buscado. No palco, as possibilidades se multiplicam a cada repetição de hábitos corriqueiros. Eles podem ser parecidos, mas nunca iguais. Como em um processo de causa e efeito, ação e reação tudo pode se modificar a partir da mínima desordem, do inesperado, do acaso da vida.
A MANSÃO DE MISS JANE
O musical, inspirado no clássico estilo Rocky Horror Show, narra a história de uma mansão que já teve seus dias de glória e seus tempos de alegria, que pareciam infinitos. Nela, criaturas fantásticas, lendas urbanas, monstros eternos e psicopatas cruéis como Loira do Banheiro, Jason, Chucky, Múmia, entre outros, se misturam aos simples mortais. Até que um dia os homens da prefeitura vão à mansão exigindo que a proprietária, Miss Jane, pague suas dívidas ou entregue a casa.
ESCOMBROS
O espetáculo começa com o monólogo de Michael sobre a memória de voltar para casa no dia do seu aniversário de 16 anos, abrir a porta do apartamento e encontrar seu pai, um alcoólatra convertido ao catolicismo e fanático por Jesus, crucificado no meio da sala de visitas. Já Michelle é obcecada pela morte da mãe e cria versões contraditórias sobre a forma como ela teria morrido e sobre como ela, Michelle, teria nascido.
UBIRAJARA – UMA CANTORIA COM SORAYA RAVENLE
Cantorias nas janelas e pátio do próprio edifício para aplacar a solidão durante a pandemia, encontros com vizinhos com quem nunca havia conversado ao longo de quase 30 anos, e a descoberta do significado de Ubirajara, nome do seu edifício, inspiraram esse trabalho de Soraya. Investindo cada vez mais na diluição das fronteiras entre corpo, voz e interpretação, a artista reconhece este trabalho como diferente de todos os que já fez.
POLARIS
Misturando dança, acrobacias e histórias, Polaris apresenta uma narrativa sensível contada com muita fantasia e que usa como recurso principal o Teatro Ilusionista. No enredo, uma criança com dificuldades para lidar com a brutalidade humana encontra Polaris, um reino de gelo dentro de um globo de cristal onde vivem criaturas fantásticas que desafiam a suposta lógica dos seres humanos.
PÉRSIA
A dramaturgia conta as histórias de iranianos que precisaram deixar seu país, por diferentes motivos, e encontraram no Brasil um novo lar: são personagens que, como aves migratórias, atravessam continentes em busca de novas paisagens, confessam seus medos, seus sonhos, suas aflições, em palavras ditas e cantadas. Ao longo do espetáculo, os atores e as atrizes preenchem o deserto de suas memórias com pequenas casas, que lembram casas de passarinhos, e criam pequenos mundos: podem ser um bairro, uma cidade ou um país. É o único objeto em cena e evoca as tantas moradas que deixaram para trás e ainda carregam consigo.
O AMOR PASSOU POR AQUI
Espetáculo teatral sensível e ao mesmo tempo divertido, dinâmico e cheio de reviravoltas, conta a história de Tiago e Sofia, duas pessoas que buscam o amor, cada um a sua maneira e com suas esperanças e angústias. Sofia é uma daquelas meninas que cresceram colocando nas relações amorosas o peso de sua própria felicidade. Prestes a casar, agora questiona as escolhas que fez pelo caminho. Tiago conhece o amor só na teoria e através dos livros. É escritor, cético, jamais se deixou apaixonar, não acredita que possa haver alguém compatível com seu humor e pensamentos. Eles se conhecem, se conectam, mas o destino é traiçoeiro e até uma pandemia surge alargando ainda mais o espaço entre eles.
ELA
Ao voltar de um show, a multiartista Ela (Jeyne Staflett) espera sua mulher Marie em seu quarto de hotel. Rodeada por delírios surrealistas, como em um pesadelo, ela tenta desesperadamente comunicar-se com seu relacionamento tóxico. Ela, destruída emocional e fisicamente, toma uma decisão que mudará seu destino para sempre.
O ÂNCORA
Um prestigiado âncora de telejornal de uma emissora de credibilidade surta durante a apresentação do programa, saturado pelos problemas insolúveis do país. Perplexo com as últimas notícias da política, ele explode no ar, confessa que está alcoolizado e que há anos usa psicotrópicos para dar conta das notícias cruelmente repetitivas. Ele está no seu limite, acabou um casamento e não acreditar mais no jornalismo. Ele está disposto a romper os limites e alertar o seu público de que a vida está muito pior do que eles imaginam e, talvez, no fim daquele fatídico dia de trabalho dê fim a sua própria vida em rede nacional.
TRAVA BRUTA
Em Trava Bruta, a artista paranaense Leonarda Glück parte de sua experiência transexual para apresentar um manifesto cênico. Ela propõe uma ponte e um contraponto entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social do Brasil no campo da sexualidade. Sozinha em cena, discute a relação da cultura com a transexualidade, enfatizando como é ser uma artista trans no país de hoje e de que forma a sociedade reage a um corpo que provoca repulsa e desejo.
E.L.A
A peça segue a proposta curatorial de 2024 do projeto, que é apresentar espetáculos voltados para o público adulto e que abordem questões sociais importantes na atualidade, apontando para um teatro que busque insurreições em cena. Desta forma, temas como racismo, transfobia e o corpo não padrão são trazidos à tona para visibilizar vozes apagadas da sociedade e do teatro. Em cena, Jéssica investiga cenicamente seu próprio corpo como ferramenta política, estética e ética, potencializando outros corpos e buscando uma visão sensível sobre diversidade e multiplicidade. A artista se baseia em sua pesquisa teórica e em seu próprio corpo para uma encenação que une performance e depoimentos, questionando o corpo em si e as percepções sobre ele.
- Sexta19h
- Sábado17h30
