Inf Peças
Público
Gênero
Bairro
Espaço
Dramaturgia
Linguagem
Data
Preço
ARCANO 17
Em cena os dois poetas, vividos por um ator. Ambos se conheceram em vida, Breton sendo admirador e seguidor de Apollinaire nos primeiros passos da grande liberdade intelectual deste. Apollinaire (1880-1918) lutou na I Guerra, como dever patriótico à sua amada França. Breton (1896- 1966) criticou a guerra desde sempre, e escreveu contra ela tudo que pôde. A peça descreve esses movimentos dos poetas, Apollinaire vivendo em cena, através de seus poemas, o que ocorreu em sua vida. Breton observando em contraponto o desenrolar da história de Apollinaire, de um outro lugar e tempo, em que as ilusões sobre qualquer legitimidade da guerra tinham sido há muito superadas. Esse encontro dos dois poetas é ficcional, criado pelos autores Ariel Borghi e Esther Góes, para sintetizar o olhar dos poetas surrealistas sobre a guerra, e a ação poética a que se dedicaram em prol da felicidade humana.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
VOZES DA FLORESTA
Lucélia Santos, com o espetáculo: Vozes da Floresta Chico Mendes Vive, encena memória da luta de Chico Mendes, sob a companhia e o olhar histórico de Valdiza Alencar e Cecília Mendes. Três mulheres da resistência que dão o tom da peça. Elas intercalam seus sentimentos e paixões em narrativas que são à voz do próprio Chico Mendes. Ele é o fio condutor no relato da história coletiva do movimento de resistência dos seringueiros acreanos, sendo em essência, a sua própria história também. No espetáculo, trechos inéditos de sua longa entrevista gravada há 34 anos, são usados para retratar o ápice do conflito entre seringueiros e ruralistas. A sua persistência em resistir contra a derrubada da floresta onde vivia e trabalhava, serviu e serve até hoje como exemplo para as gerações presentes e futuras.
- Quinta21h
- Sexta21h
O HOMEM QUE QUERIA SER LIVRO
Diante do enigma da morte e do nada provocado pela morte de um ente querido, um homem sai em busca do sentido da vida, tendo nos livros seu alicerce, enquanto vai narrando os motivos à solitude das letras ao convívio social. Não reunindo mais forças, recorre à imaginação para fugir da realidade, e mesmo assim vê-se tragado por um escuro e profundo abismo. Para se defender, passa então, a encarnar física e psiquicamente vários personagens, e é nesse “virar letra” que se depara com o Cavaleiro da Triste Figura: Dom Quixote, que o faz ressurgir renascido.
- Segunda20h
- Terça20h
- Quarta20h
AS AVENTURAS DE MIKE
Em uma peça divertida e fiel ao universo tão conhecido pelas crianças, “As Aventuras de Mike com Dearo e Manu” conta a história do sumiço misterioso de Mike. O público se juntará ao Nando e a Priminha Irritante em uma jornada divertida para encontrar o grande amigo. Com o principal objetivo de levar as Aventuras de Mike para os palcos de todo o Brasil, “As Aventuras de Mike com Dearo e Manu” contará com Dearo e Manu nos palcos dando vida a cada um dos personagens.
- Sábado17h
- Domingo17h
AMOR MUNDI
“O que proponho, portanto, é muito simples: trata-se apenas de pensar o que estamos fazendo”, questiona Hannah Arendt. Se, hoje, fôssemos responder a Hannah Arendt, autora dessa frase, diríamos que não, não nos parece nada simples! Pensar sobre “o que estamos fazendo” continua sendo uma pulsão para existir. Arendt, na metade do século XX, nos dizia para não duvidarmos da nossa capacidade de destruir toda vida orgânica na Terra. O homem chegava à lua e essa descoberta não era somente sobre a capacidade humana de realizar tal feito, mas também sobre a possibilidade de não permanecermos mais neste nosso planeta. Amor Mundi questiona a nossa relação de cuidado e responsabilidade com o mundo.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
UM GRANDE ENCONTRO – O MUSICAL
Ambientada no início dos anos 70, Um Grande Encontro celebra o amor, fruto dos encontros, por meio da trajetória do romance que entrelaça a vida de Tom Silva, jovem músico sonhador, e Diana Abrantes, a Margarida, uma mulher de espírito livre mas que precisa enfrentar as barreiras criadas pela obsessão de Tião Cavalcanti. Tom cresceu pelas ladeiras de Olinda; filho de músico, herdou o talento do recém-falecido pai. Para amenizar a tristeza de sua perda, Tom é levado por seu melhor amigo, Lito, para a badalada praia de Boa Viagem, onde acontece o primeiro e inusitado encontro com Diana, também conhecida como Margarida. É paixão à primeira vista.
- Sexta21h
- Sábado15h30 e 19h
- Domingo15h30 e 19h
GUERRA DE PAPEL
Contornado pelo mito de Antígona, a peça trata da tragédia que ocorre todos os dias nas periferias do Brasil, das balas encontradas em corpos e corpos perdidos. Guerra de Papel é a luta para se ter uma identidade. “Se nascemos, se temos nossas certidões, por que querem nos tirar e entregar uma certidão de óbito? Apagar nossos nomes, nossas histórias, é uma guerra para nos mantermos vivos.”
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
TERRAPRETA A PEÇA (SONHO)
TERRAPRETA A PEÇA (Sonho) é um espetáculo de teatro inédito, inspirado em histórias originárias do Alto Xingu, e no livro Terrapreta, de Rita Carelli, obra vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2022, que segundo Ailton Krenak “se revela um romance de formação para leitores que vislumbram outras cartografias do país, um livro para quem ainda não sabe o que é o Brasil”. Indígenas do Alto Xingu das etnias Kamayura e Yawalapiti, e artistas da cena teatral de São Paulo se unem na criação de um espetáculo único.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo19h
A FILHA PERDIDA
A protagonista Leda é uma professora universitária e tradutora bem-sucedida de 47 anos que decide passar as férias sozinha em um balneário. Lá, ela se vê obrigada a encarar o passado: da areia, observa a jovem Nina, que parece perfeitamente à vontade no papel de mãe, brincando ao lado de sua pequena filha – uma imagem que a perturba por evocar sua relação conflituosa com a maternidade, tanto com as filhas quanto com sua própria mãe.
- Quarta20h
- Quinta20h
O VIOLINISTA MOSCA MORTA
O palhaço Seu Cocó se esforça ao máximo para deixar tudo perfeito para seu concerto de violino, no entanto uma mosca inconveniente e seu mau jeito em manipular os elementos de seu ofício de músico colaboram para o fracasso da performance.
- Sábado11h e 16h
- Domingo11h e 16h
PRO MUNDO VIRAR
A menina Ela gosta de dançar e cantar desde a barriga da mãe. Durante seu crescimento, a garota enfrenta dificuldades para fazer com que suas criações e inspirações tenham lugar nos vários espaços da vida. Até que uma duvidosa solução para seus conflitos a faz escorregar para um outro tempo e espaço. Lá, Ela encontra um mundo onde cantar, criar e dançar é tão comum quanto respirar; e onde a atitude inventiva do ser criança é parte fundamental da vida.
- Sexta15h
TRÊS LUAS
Trazendo elementos do Xamanismo, Três Luas é um encontro de gerações de mulheres. A peça se passa na casa de Judith (Julianna de Brito), simbolicamente ambientada no alto de uma montanha e se inicia com os preparativos para o ritual de “Plantar a Lua” da jovem Paloma (Tarsila Teles) , quando inesperadamente recebem a visita de Helena (Rita Brafer), uma mulher que, em determinado momento da vida, desconectou-se do seu pertencimento à natureza, mas que já passou por muitos ritos naquela casa, na companhia de Judith. Helena volta ao lugar onde cresceu em um momento em que se sente perdida de si mesma e está em busca de uma reconexão com sua verdadeira natureza feminina. A partir daí, através das trocas e conversas das “três luas”, vamos desvendando os conflitos, as alegrias, o frescor, as sombras e os processos de cura interior de cada uma delas.
- Sábado20h
NÃO PEÇA
NÃO PEÇA’ é um espetáculo solo da atriz e autora Lucília de Assis indicada ao 32º Prêmio Shell pela dramaturgia. A peça conta a história de Jandira, funcionária que mora nos fundos do teatro onde também desempenha os papéis de faxineira, bilheteira e baleira. Ao tomar conhecimento que o elenco do espetáculo em cartaz se encontra preso em um engarrafamento de grandes proporções, Jandira recebe mais uma atribuição: segurar o público até a chegada dos atores. É assim que a funcionária, testemunha de inúmeras peças, mas habituada a subir no palco apenas para passar uma vassoura, passa a ocupar o lugar de linha de frente do espaço cênico e a contar suas histórias. Nem toda vida daria um filme, mas aqui a vida da funcionária Jandira, com certeza, acaba dando em uma peça. Ou melhor, em uma NÃO PEÇA.
- Domingo15h e 18h
FELICIDADE À VENDA
Uma reflexão cômica em torno do marketing da venda de simulacros de felicidade, de como o mercado manipula o nosso desejo para nos tornar consumidores de fórmulas falsas de sucesso, alegria e bemestar, sejam elas oferecidas pelas propagandas, redes sociais ou indústria farmacêutica. A dramaturgia é do próprio elenco, uma família de atores autores que utiliza a metalinguagem para abordar o universo complexo das relações familiares na busca dessa suposta felicidade. No palco, Alexandre Dacosta, Lucília de Assis e Dora de Assis, pai, mãe e filha também na vida real, dirigidos por Natasha Corbelino.
- Sábado15h e 18h
ESCOLA MODELO
Através das experiências pessoais dos performers Pedro Granato e Letícia Calvosa, o projeto propõe uma narrativa que atravessa as fronteiras entre o público e o privado, o político e o pessoal. Calvosa, uma mulher negra que enfrentou dilemas sobre as cotas ao ingressar na universidade, e Granato, um homem branco que foi gestor público de formação, refletem sobre como o racismo moldou suas trajetórias educacionais.
- Sábado20h
- Domingo18h
