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CENA OURO – EPIDE(R)MIA
Costurando mito e cotidiano, recorrendo à figura de Medusa, a narrativa transita entre os temas da mobilidade e da imobilidade. Além disso, as ambivalências são acentuadas pela alternância entre as cores prata, fria e dura, e o ouro, solar e caloroso. A ideia é embaralhar até ressignificar compreensões estigmatizadas sobre um território – a assim chamada “Cracolândia” –, e as pessoas que ali convivem em seus múltiplos deslocamentos, disputas e fluxos.
- Quinta20h
- Sexta20h
SINTA O CHEIRO DO MAR
Com texto, direção e atuação de Stella Tobar, Sinta o cheiro do mar, o quarto infantil da Borbolina Cia, traz uma história cheia de emoção, músicas ao vivo e animações especialmente criadas. Uma menina se prepara para viver algo desconhecido, mas que lhe trará a cura necessária. Onde ela está? Pelo que passará? O público vai descobrir e viver com ela e sua família esse momento, até que ela possa sentir o cheiro do mar novamente.
- Domingo11h
CANTANDO NA CHUVA
Baseado no clássico filme de 1952, o musical Cantando na Chuva se passa em Hollywood no final da década de 1920. As estrelas do cinema mudo Don Lockwood e Lina Lamont vivenciam a impossível transição para o cinema falado, por conta da voz estridente de Lina, que arranca risadas da plateia. Enaltecida por doses certeiras de comédia, romance, dança e sapateado, a trama se aquece com a paixão inesperada de Don com a corista contratada para dublar a superestrela Lina. O musical é divertidíssimo e indicado para toda a família, com coreografias inesquecíveis, além do memorável número da canção “Singin’ in the Rain”, levado aos palcos com o desafio técnico de fazer chover em cena.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 19h30
- Domingo15h e 19h30
VITALINO, TEU NOME NO BARRO
Depois de muitos anos guardada, uma boneca de barro, por encanto, cria vida! Mas suas memórias estão sendo engolidas por um misterioso Teiú, um lagarto malvado... Para reencontrar seu Mestre e também a si mesma, a boneca busca suas memórias – que se misturam às memórias dele – e visita lugares imaginários, encontrando personagens divertidos e encantados como as cirandeiras, a banda de pífanos, os retirantes e a Maria Bonita. Nesses encontros, entre brincadeiras e canções, a boneca vai descobrindo a história do seu povo e, assim como o barro, reconstrói a sua própria história.
- Domingo15h e 17h
MINHOCA NA CABEÇA
O espetáculo Minhoca na Janela (2015) jogou luz na questão do caos urbano que intervêm na vida privada das pessoas. A pergunta que guiou a nova montagem foi: Por que a cidade nos dá medo? No enredo, uma menina se muda do interior para uma cidade grande, se depara com o Minhocão diante da janela, mas tem muito medo de chegar até ele para poder brincar. Encorajada por alguns amigos que encontra pelo caminho, ela resolve tirar as “minhocas da cabeça” e constrói um barco para navegar pelas ruas da cidade. Foi a primeira experiência onde o grupo saiu da janela para ocupar, também, o espaço do Minhocão, criando outras possibilidades estéticas de discutir o uso do espaço público.
- Sábado16h
- Domingo16h
NAVEGAR
Navegar (2018) fecha a trilogia do Teatro de Janela e é resultado da pesquisa do projeto contemplado pelo Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, que produziu uma série de “escutas” com crianças para responder à pergunta Com que cidade sonha uma criança? Inspirado nesse imaginário das crianças, a peça continua a história da personagem principal do Minhoca na Cabeça, seguindo a viagem que ela fez com seu barco. Finalista do Prêmio APCA 2018 na categoria Teatro Infantojuvenil e finalista em oito categorias (produção, direção, autoria de texto original, atriz, ator coadjuvante, cenografia, figurinos e sustentabilidade) do Prêmio São Paulo de Incentivo de Teatro Infantil e Jovem, o espetáculo se utiliza do universo da palhaçaria, da linguagem da animação e da música ao vivo para propor uma discussão sobre a relação entre a arte, as infâncias e a cidade.
- Sábado16h
- Domingo16h
ESPARRAMA PELA JANELA
Esparrama pela Janela (2013) foi o espetáculo que deu origem a trilogia. A montagem ganhou destaque relevante de público, crítica e mídia pela forma poética e inusitada com que ocupou e discutiu a cidade. Vencedora dos prêmios FEMSA de Teatro Infantil e Jovem nas categorias revelação pela direção e Sustentabilidade e Cooperativa Paulista de Teatro de melhor ocupação de espaço, a peça foi um projeto precursor para a revitalização simbólica do Minhocão, se tornando referência para diversas pesquisas nas áreas de artes e urbanismo. No espetáculo, um morador de um dos prédios do Minhocão, cansado de tanto barulho da cidade, resolve transformar o caos que entra pela sua janela em música, a partir desta subversão se estabelece um universo mágico protagonizado por personagens fantásticos: a menina/princesa que mora num prédio/castelo; o palhaço que dá vida ao casaco de sua amada; o seresteiro gigante; o esportista dançarino, as fofoqueiras da janela e até mesmo uma família de monstros. Por meio de muita risada e poesia essa turma mostra outras possibilidades de enxergar o caos da cidade.
- Sexta16h
- Sábado16h
- Domingo16h
A FUZARCA DOS DESCALÇOS
Na trama, Atsu e Baakir estão do outro lado da cerca. Eles não sabem se estão presos ou do lado de fora, apartados de um mundo ao qual não têm nenhum acesso. Ambos são corpos marginalizados que compartilham sonhos, cicatrizes e dores. Mesmo nas situações mais violentas e oníricas, eles permanecem juntos, tentando compreender e romper com tudo aquilo que os segrega da sociedade.
- Terça20h
- Domingo19h
GUARÁ VERMELHA
Inspirado no livro O voo da guará vermelha, da autora Maria Valéria Rezende, o espetáculo Guará Vermelha narra uma experiência educacional no sentido mais pleno e amplo que se possa conceber. Uma história simples e comovente: um trabalhador é alfabetizado por uma prostituta que se encontra à beira da morte. Seu nome é Rosálio. É pedreiro e contador de histórias. Ele conta para ela suas muitas histórias, enquanto ela o ensina a registrá-las no papel. Esperar a próxima história faz com que ela, Irene, afaste a morte para depois. O amor, a política e a vida em comunidade estão tão emaranhados nessa experiência, que o ato de ensinar e aprender se apresenta em seu aspecto mais vital e humano: ensinar e aprender para não morrer de fome, para não morrer de doença, para não morrer de esquecimento.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
LEMBRANÇAS BOAS DEMAIS PARA ESQUECER, PORÉM RUINS DEMAIS PARA SEREM LEMBRADAS
Um garoto, em seu último dia na locadora em que trabalha, tem a difícil tarefa de escolher apenas um filme de lá para levar com ele. Nesse mergulho saudosista e nostálgico, acompanhamos as várias histórias e memórias desse personagem que aprende a rebobinar seu caminho até ali.
- Terça
AINDA DÁ TEMPO
“AINDA DÁ TEMPO” traz uma reflexão divertida e instigante sobre a passagem do tempo e a importância do cuidado que os casais devem ter com o relacionamento, nas suas diferentes fases. A comédia começa com casal de meia idade e seu filho adolescente, que arrumam sua casa que está à venda, para receber compradores. Dois casais, em fases e objetivos distintos, chegam para a visitação e começam a compartilhar as experiências e os desafios que enfrentam em seus relacionamentos. As afinidades entre os gêneros vão se tornando evidentes até que sinais estranhos e misteriosos surgem, o que os leva a uma descoberta surpreendente. Tal situação desperta os casais a questionarem sobre como, no presente, lidam com o seu passado e o que desejam fazer pelo seu futuro.
- Sexta20h
- Sábado22h
- Domingo20h
UM INIMIGO DO POVO
Um médico se vê em meio a uma trama de interesses econômicos e corrupção, quando descobre a contaminação das águas, numa cidade que vive de seu balneário e termas. As disputas se desdobram num conflito a um só tempo particular e público.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo19h
BÓRIS NÃO ESTÁ PRONTO
Bóris não é um indivíduo, Bóris não é um personagem, Bóris não é uma pessoa. Boris é o nome que encontramos para batizar todos os homens. Bóris é a síntese da masculinidade, um ser inacabado. O fato de 'não estar pronto' marca a esperança e seu caráter histórico, marca sua precariedade e errância. Esta negação dirige-se a possível interlocução que espera ou vaticina a finitude da masculinidade como algo rotulável e estanque. Não se trata de exaltação ou condenação, mas do mergulho humanizador nas crostas brutalizadas e, ao mesmo tempo, frágeis do mundo dos homens. “Bóris” é um vir a ser, algo em movimento, em busca de um encontro. Quatro atores se dividem em cena para apresentar fragmentos de situações exemplares da construção do ser homem, do imaginário e da cultura machista. Com foco nas fragilidades do homem, na tortura do machismo sobre a masculinidade e nas consequências da perpetuação desta mazela social e histórica, a peça se ampara na forma lírica e épica. Abre mão de personagens fixos e opta pela profusão de tipos que compõem um mosaico do macho.
- Sexta20h
- Sábado20h
ANAS, MIQUITAS, CORAS E OUTRAS MULHERES
A peça - que tem na direção e atuação apenas mulheres – apresenta um recorte narrativo com as experiências de mulheres pobres e periféricas, mas também das próprias atrizes. Textos de Cora Coralina, Carolina Maria de Jesus e Pagu permeiam o espetáculo. As narrativas apresentadas trazem um olhar sobre a materialidade feminina, desejos, angústias, violências, façanhas e submissões vividas por mulheres em diferentes tempos e corpos. O espetáculo é apresentado pelo Coletivo Dolores Boca Aberta, grupo artístico da Zona Leste.
- Sábado20h
- Domingo19h, 14h e 18h
Epifanias Noturnas – O Show
Sozinha no palco com um cenário minimalista, a personagem interpretada por Manuela Pereira conta a sua história a partir dos seus diários da infância e adolescência de forma leve e debochada. A atriz expõe suas desilusões amorosas e profissionais na arte enquanto canta releituras de hits contemporâneos da música brasileira pop e sertaneja.
- Segunda20h
