Inf Peças
DORA E THEO
A peça começa com Dora, uma mulher de 75 anos, de família tradicional, chegando na casa de seu neto Theo, um jovem de 23 anos, após fugir de sua festa de Bodas de Ouro, por não se sentir mais feliz em seu casamento e não querer mais passar o resto de seus anos vivendo de aparências. Dora pede para ficar um tempo na casa do neto até entender o que fará de sua vida. Durante os dias que eles passam juntos, um aprende com o outro. A juventude de Theo, suas inquietações e ansiedade, provocam Dora. Já a experiência de Dora, a maneira como ela consegue enxergar as coisas, ajudam Theo a enxergar a si mesmo. Ao mesmo tempo que ele não aceita certas ideias solidificadas e a provoca sobre o fato de realmente querer mudar. Após uns dias, Dora entende que precisa passar um tempo sozinha, resgatar a si mesma e ter forças para entender o que realmente quer. Com o típico humor ácido de uma matriarca que passou a vida fazendo coisas por aparências e querendo agradar os outros, ‘DORA E THEO’, coloca em cena a “libertação” dessa mulher de todas as amarras para entender quem ela é. E quem a ajuda? Seu neto de 23 anos, mas que também precisa se libertar de suas próprias amarras.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado17h
- Domingo17h
ENTRE O SIM E O NUNCA
Uma atriz (Adriana Quadros) divide com o público a aventura vivida na busca da verdadeira identidade de seu pai biológico. Numa espécie de quebra-cabeça dramatúrgico, surpresas e pistas falsas se entrecruzam até que a verdade seja revelada.
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo17h
REVOLTE-SE. ELA DISSE. REVOLTE-SE DE NOVO.
REDRDN desafia a linguagem a voltar-se contra si mesma, por meio de uma sequência de ações que desmontam o sexo, o casamento, o trabalho, o corpo, a família para tensionar as forças que moldam a existência das mulheres.
- Terça20h
- Quarta20h
AMÁLIA
A fim de acalmar sentimentos conturbados, Amália faz uma inspeção fisiológica do próprio organismo e, por fim, decide anestesiar o coração, órgão responsável pela pulsão insaciável que a governa. Salva por um primo alguns segundos antes de aplicar a injeção, percebe que a causa de suas buscas intermináveis não é o coração, e sim o olhar desejante que jamais descansa.
- Segunda20h
- Terça20h
CARTAS DA PRISÃO
Cartas da Prisão é uma tentativa de tornar visível aquilo que a sociedade insiste em manter invisível”, fala a dramaturga Nanna de Castro que rompe deliberadamente o limite entre realidade e ficção, transitando entre depoimentos verdadeiros e fictícios, entre o noticiário e o poético. Obras como Mulheres que Amam Demais, de Robin Norwood, e Loucas de Amor, de Gilmar Mendes, são referências importantes. “Dentre as facetas das relações abusivas, sempre me intrigaram as mulheres que se correspondem com criminosos sexuais confessos na prisão. É comum que assassinos recebam centenas de cartas de amor de mulheres que os conhecem apenas pelo noticiário. É como se o abuso fosse não apenas aceito ou perdoado, mas acolhido.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo18h
DRAMA LATINOAMERICANO
O espetáculo reúne cinco histórias de encontros e desencontros que vibram a intensidade latina. Durante o carnaval, vidas se entrelaçam nesse drama contemporâneo, que une teatro, dança e música ao vivo. "'Drama Latinoamericano' é as histórias que guardamos do carnaval."
- Sábado20h
- Domingo19h
O CÉU DE DURVALINA
Em cena, Durvalina é uma mulher que deixou São João do Paraíso (MG) há mais de três décadas, carregando o sonho de comprar uma máquina de costura para a mãe. Hoje vende bolos e café num ponto de ônibus em São Paulo, onde compartilha causos e memórias com quem passa. Inspirado em "Contando Causos", espetáculo de 2010 sobre a obra de Rolando Boldrin, o solo tem atuação de Geni Cavalcante, direção artística de Ronaldo Aguiar e dramaturgia de Nereu Afonso da Silva. Uma homenagem à cultura popular brasileira e aos migrantes que vieram para a cidade grande.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo17h
O QUE MEU PEITO CARREGA SOBRE MIM
A peça O que meu peito carrega sobre mim entrelaça essa história coletiva à experiência íntima de uma atriz que, desde os 19 anos, teve seu corpo sucessivamente transformado: uma cirurgia para diminuir os seios, a maternidade e a dificuldade de amamentar, próteses de silicone, o diagnóstico de câncer, a mastectomia e a reconstrução da mama.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
EPIFANIA – UMA FÁBULA MODERNA
Sem demonizar a tecnologia ou transformar suas provocações em discurso moralista, o musical aproxima a fábula das inquietações de uma geração permanentemente conectada. Seus personagens convivem com notificações, distrações, comparação, pressa e a sensação de que alguma coisa mais importante pode estar acontecendo em outro lugar. Ao mesmo tempo, a obra chama atenção para uma contradição cada vez mais presente: sabe-se muito sobre aquilo que acontece do outro lado do mundo e, muitas vezes, quase nada sobre quem está logo ao lado
- Quarta20h
- Quinta20h
FOLÊGO
Na peça, Nathália interpreta Rosa, atriz que fundou um teatro ao lado da irmã e do cunhado, ambos já falecidos. Durante décadas, os três mantiveram o espaço, que se tornou uma referência cultural de sua geração. Com o passar dos anos, porém, Rosa se vê sozinha diante das dificuldades financeiras e da falta de recursos para manter o teatro aberto.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
SOPRO
Alçada ao posto de protagonista, a mulher, guardiã de uma atividade em vias de extinção, que atua como ponto - função que "sopra" o texto quando o elenco esquece as falas - sai das sombras dos bastidores para recontar sua vida e fragmentos da história do próprio teatro. Sopro é também uma história de amor, de intriga, de trabalho, de política, de vingança, de solidão, de amizade e todas passadas num teatro.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ALLAN KARDEC – UM OLHAR PARA A ETERNIDADE
No palco, Rogério Fabiano revive a trajetória do educador, escritor e tradutor francês Hippolyte León Denizard Rivail, que no século XIX, sob o pseudônimo de Allan Kardec, dedicou-se à observação e ao estudo dos fenômenos espíritas. A codificação da Doutrina Espírita colocou Kardec na galeria dos grandes missionários e benfeitores da humanidade.
- Quinta19h
- Sexta19h
A CHAVE DO LABIRINTO
A montagem parte da história clássica de Teseu e do Minotauro para construir uma narrativa ambientada em um universo rural brasileiro. O canavial, inspirado nas lembranças de infância e adolescência de Regina França em uma fazenda da família, transforma-se em um labirinto onde referências da mitologia grega se misturam às memórias e personagens desse cotidiano.
- Domingo16h30
O OVO E A GALINHA
No espetáculo, Ana Hartmann interpreta Clarice Lispector no momento em que ela lê “O Ovo e a Galinha”. A partir do texto, a cena se transforma e a escritora passa a experimentar no próprio corpo as ideias, imagens e estados provocados pelo conto. O que começa com um ovo sobre uma mesa conduz a personagem por associações sobre existência, Deus, cotidiano, amor, trabalho e a tentativa de apreender aquilo que escapa à explicação.
- Segunda20h
- Terça20h
SARAH BERNHARDT
Por meio da relação entre a lendária atriz francesa Sarah Bernhardt (1844-1923) e os estudantes da Academia de Direito de São Paulo (hoje Faculdade de Direito do Largo de São Francisco), em 1886, às vésperas da abolição oficial da escravatura, quando a cidade era uma província de 60 mil habitantes, a peça mostra como o teatro pode representar um elo entre culturas e tradições tão distintas.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
