Inf Peças
TRÁFICO
Tráfico se desenrola a partir do entendimento da coexistência entre as pulsões de vida e de morte em todo ser humano. A peça se passa na periferia de uma cidade latino-americana, cheia de desigualdades, onde vive Alex, um jovem garoto de programa. Os problemas familiares, o relacionamento conturbado com a sua namorada e a vontade de vencer na vida, representada pelo sonho de comprar uma moto de alto luxo, o levam para caminhos sedutores e também muito violentos.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
ENQUANTO NÃO DECIDIMOS
Cinco mulheres, um bar e nenhum acordo: Cia das Madás estreia “Enquanto Não Decidimos” no Bar Teatro Basalto Em cena, cinco atrizes com trajetórias consistentes se reúnem em um bar transformado em palco para discutir o próprio fazer artístico. Não há consenso sobre o que apresentar ao público — e […]
- Sexta20h
CORAÇÃO NA BOCA
Um casal de 60 anos parte dos personagens de Pierrot le Fou (O demônio das onze horas) e da vida e obra de J.L Godard para levantar a questão de até quando temos o coração na boca.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
PÉS- CORAÇÃO
Histórias da América Latina que correm por todo o espetáculo, construindo pistas de alguma identidade continental. Como o Brasil se vê latino-americano? Na obra, a corrida é vista como metáfora, numa tentativa de aproximação entre pés e corações das nossas personagens.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A PEDIATRA
“A pediatra” é a primeira adaptação para os palcos do romance homônimo que consagrou Andréa Del Fuego, vencedora do Prêmio José Saramago, idealizada por Inez Viana e Luis Antonio Fortes. Sucesso entre leitores, traduzido para sete idiomas, o romance foi considerado uma das melhores leituras de 2022 pelos críticos literários. A montagem teatral conta com adaptação e direção de Inez Viana e elenco formado por Debora Lamm e Luis Antônio Fortes. Debora Lamm interpreta uma pediatra que, paradoxalmente, odeia crianças e suas mães. Descrita como uma “vilã de humor vil”, ela é uma mulher privilegiada, classista e amoral cuja má conduta profissional e falta de empatia a levam a conflitos éticos e humanitários.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
O HOMEM DECOMPOSTO
Numa sucessão de histórias curtas, através do humor e do absurdo, homens e mulheres de uma estranha sociedade não conseguem se comunicar, e criam sistemas cada vez mais absurdos e complexos para se protegerem uns dos outros.
- Terça20h
- Quarta20h
F E R A
Durante um passeio de canoa, uma mulher vive uma experiência de quase morte ao ser atacada por um crocodilo. Numa fusão de lucidez e delírio, o instante entre vida e morte é dilatado poeticamente para refletir sobre a fragilidade humana e sua relação com a natureza.
- Terça20h
- Quarta20h
MIGUEL
“Miguel” nasce do teatro, mas se levanta como manifesto, denúncia e memória viva. Inspirada na música Dois de Junho, a obra transforma dor em reflexão coletiva sobre racismo, desigualdade e direito à vida. No palco, uma escada revela os degraus do privilégio em um Brasil que ainda decide quem pode sonhar. No encontro entre Miguel e Ícaro, dois voos revelam sonhos interrompidos pela injustiça. Um chamado à memória, à justiça e à urgência de proteger quem só queria aprender a voar.
- Sábado19h
- Domingo19h
VALE NIGTH
A trama acompanha Paula (Aline Carrocino), Virgínia (Vilma Melo) e Carla (Luana Martau), três mães de bebês que participam do mesmo grupo de WhatsApp e decidem se encontrar, pela primeira vez, em um bar para tomar um vinho. O que seria apenas uma noite de descanso — a famosa “vale night”, expressão usada quando mães conseguem um raro tempo livre — se transforma em um encontro revelador, capaz de mudar o rumo de suas vidas.
- Segunda20h
- Sábado20h
- Domingo20h
AVISA QUANDO CHEGAR
Daiana e Lara acompanham pela TV a missão da primeira astronauta a chegar à Lua. Enquanto a viagem sofre boicotes, Daiana começa a sentir uma conexão inexplicável com o que acontece em órbita.
- Sábado20h30
- Domingo18h
CORDÉLIA BRASIL
A peça se passa em uma quitinete decadente no Rio de Janeiro e coloca em foco a coragem diante de toda opressão e exaustão vivida pelas mulheres. Na trama, Cordélia (interpretada por Paula Goja) tenta resistir à miséria e ao marido inerte. Numa jornada entre explosões de afeto e ironia, ela trabalha como auxiliar de escritório e começa a se prostituir para sustentar seu companheiro Leônidas (Antonio Pina), que vive em constante procrastinação. A chegada do jovem Rico (Pedro Pedruzzi) acaba estremecendo a relação entre os dois.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
SOCIEDADE DO CANSAÇO
Com direção e coreografia de Alessandro Brandão e Sueli Guerra, “Sociedade do Cansaço” foi idealizado por Daniel Chagas a partir do livro homônimo de Byung-Chul Han e propõe uma investigação cênica sobre o que o autor denomina “sociedade do desempenho” — marcada por aceleração constante, ansiedade, fragmentação e estados depressivos. Ao mesmo tempo em que expõe esses sintomas do nosso tempo, a obra busca resgatar conceitos, ritmos e culturas que se colocam em oposição a esse modelo hegemônico de vida. Por meio dessa contraposição, o elenco, formado por Alessandro Brandão, Ana Paula Cruz, Andreia Pimentel, Joca Gonzaga, Daniel Chagas e Sueli Guerra, não oferece respostas ou conclusões fechadas no palco, mas abre espaços de reflexão e propõe novas formas de lidarmos com a contemporaneidade, convidando o público a uma experiência sensorial, crítica e afetiva. Por que é tão difícil desacelerar ou permanecer imóvel?
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
UMA VIDA EM CORES
Em cena, acompanhamos o encontro entre uma mulher experiente, irreverente e cheia de histórias para contar — livremente inspirada em Iris — e uma jovem jornalista, estagiária da Vogue americana, que recebe a missão de entrevistá-la. A matéria é um teste decisivo: dela depende a chance de conquistar um estágio remunerado e, quem sabe, dar os primeiros passos rumo ao sonho de se tornar editora da revista.
- Sexta20h
- Sábado19h
- Domingo18h
FILIPA
A ação se passa durante o julgamento de Filipa, em que a atriz Waleska Arêas dá vida a Felipa, seu inquisidor e a uma narradora.
- Quinta20h
- Sexta20h
EU SOU MINHA PRÓPRIA MULHER
A peça começa com o próprio autor Doug Wright sendo convidado a entrevistar e escrever a história verídica de Charlotte von Mahlsdorf. Inicialmente relutante, logo se rende ao fascínio pela sua retratada. Nascida em 1928 sob o nome de Lothar Berfelde, desde jovem se afirmava como mulher e assim viveu, assumindo sua identidade feminina em meio à violenta sociedade nazista. Os encontros entre Doug e Charlotte são intercalados por memórias e novos acontecimentos, que vão surpreendendo e transformando o olhar e os relatos de Doug.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
