Inf Peças
ELÃ
Em uma espiral do tempo, oito histórias se cruzam em camadas sobrepostas. Cabe ao público escolher seu ângulo, e montar a teia da narrativa.
- Segunda20h
- Sexta20h
- Sábado19h
- Domingo11h
COLATERAL
Vavá e Lulu são artistas mambembes que ancoram sua caravana de praça em praça, "com a roupa encharcada e a alma repleta de chão". Ali, através de suas cenas e instrumentos gastos, apresentam ao público os horrores da ditadura militar e a importância da arte como adubo da primavera cultural que salvou o país da noite escura do militarismo. "COLATERAL." é mais do que uma peça sobre a ditadura militar, é uma jornada de reencontro com um Brasil livre e poético. É uma carta de agradecimento à quem faz arte como forma de resistência.
- Sábado20h
- Domingo20h
A SABEDORIA DOS PAIS
Dirigida por Falabella, a montagem aborda recomeços, amadurecimento e as possibilidades do amor depois de uma vida inteira compartilhada. A história narra a trajetória de um casal que, após 35 anos de um casamento aparentemente perfeito, decide se separar. Nos dez anos que se seguem, cada um busca novos caminhos, novas experiências. Um aprende a viver sem o outro, ambos guiados pelas lembranças e ensinamentos de seus pais, que tiveram casamentos duradouros.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
A ESCOLHA DE PÁRIS
A montagem apresenta a trajetória de Alexandre, jovem de origem conservadora e heterocisnormativa, que se apaixona por seu novo colega de trabalho Heleno, jovem soropositivo e emancipado. Inspirado no mito grego, o espetáculo busca questionar a figura do herói, a que corpos são dadas opções de escolha em nossa sociedade, a influência do feminino na formação da identidade do indivíduo LGBTQIAPN+ e o que acontece quando esse, assume a sua própria narrativa, trazendo ao palco reflexões sobre livre-arbítrio e o direito à escolha de pessoas LGBT, dialogando com questões de identidade, diversidade, mitologia, representatividade LGBT, sorofobia, entre outras.
- Sexta20h
- Domingo18h
GANGA
Isso é uma emergência: abandonem suas casas e sigam em direção ao ponto de encontro. A mineração segue a todo o vapor pelo curso do Rio Paraopeba, até invadir a vida de Luzia Medeiros, funcionária de uma mineradora. De Vila Rica no século XVIII a Brumadinho no século XXII, Luzia descobre que “morre-se de febre e de fome sobre as riquezas da terra”.
- Quarta20h
MENINOS
Dividido em três atos, Meninos investiga e questiona os referenciais nos quais a masculinidade se baseia, como a ideia de que homens não devem demonstrar sentimentos como afeto, medo e insegurança. O sentimento, não expresso em palavras, muitas vezes se manifesta em forma de agressividade, outras vezes pelo silêncio. Desta forma, as relações entre irmãos, tio e sobrinho e entre pai e filho, representadas no espetáculo, refletem os vazios, as ausências e os desejos que permeiam essas relações.
- Quarta18h
- Quinta18h
- Sexta18h
- Sábado18h
PRAGA
A partir da exposição da rotina de dois núcleos familiares que vivem no mesmo prédio – um casal e um pai com sua filha –, o espetáculo se propõe a pensar como estará o Brasil em trinta anos, questionando como a atual crise climática irá afetar as relações, tanto familiares quanto individuais.
- Sexta20h
- Sábado18h
O RETRATO DE DORIAN GRAY
Na história, um jovem aristocrata faz um pacto no qual troca a sua alma pela perspectiva de manter intactas suas beleza e juventude. Eis que então seu retrato passa a envelhecer em seu lugar e também a colecionar as marcas de seus atos questionáveis.
- Sexta20h
REPARAÇÃO
“Reparação” transporta o público para o espaço simbólico de um salão de beleza dos anos 80, lugar de confidências e transformações. Inspirada em um caso real do interior paulista, a peça combina depoimentos e ficção para revisitar a trajetória de uma jovem violentada por dois colegas de escola, que, após engravidar, é obrigada a deixar a cidade. Seis anos depois, retorna com a filha para apresentá-la ao pai, e o reencontro coloca em choque passado e presente, entre a possibilidade de reparação e o risco do desfecho trágico.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
DENTRO DE MIM MORA UM VULCÃO
A montagem é um teatro musicado que ultrapassa o formato biográfico para mergulhar na essência de Frida Kahlo, artista cuja vida foi atravessada pela dor, pela criação e por uma permanente busca de liberdade. No palco, Frida é apresentada em múltiplas dimensões: a mulher, a pintora, a amante, a filha, a irmã, a companheira política. Mais do que um retrato, a obra revela um corpo em ebulição, onde pulsa uma revolução íntima que se transforma em arte.
- Domingo19h e 17h
BRUTA FLOR
Em um drama psicológico marcado por reencontros e revelações, Lucas e Miguel revisitam a história de um amor interrompido, envolto em desejo, culpa e identidade. Entre memórias, violência e espiritualidade, a peça expõe camadas de preconceito, homofobia, bissexualidade e aceitação, com delicadeza e profundidade. Uma trama intensa sobre escolhas, afetos e as consequências de silenciar quem se é.
- Sábado20h30
- Domingo19h
QUEDA DE BALEIA OU CANTO PARA DANÇAR COM MINHA MORTE
Bruna Longo acaba de morrer e procura elaborar o luto de si mesma – a única coisa que não podemos fazer empiricamente – enquanto reflete sobre a relação humana com a finitude, o tabu da morte na vida cotidiana e o processo de eliminação do rito fúnebre nas sociedades capitalistas ocidentais. O espetáculo é inspirado na morte recente do pai da atriz.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
QUANDO ISMÁLIA ENLOQUECEU
A encenação, construída sob a dramaturgia das poesias brasileiras, possibilita ao público um prazer diferenciado ao da leitura. As atrizes, acompanhadas de um músico, interpretam as poesias de forma lúdica, ora dramatizada, ora cantada, e, por vezes, comicamente. A montagem também resgata parte da memória de uma época de sonhos e anseios ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daqueles tempos para os dias atuais. O projeto contemplado no 44º Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, conta ainda, com o lançamento do livro As Tias – O Ofício de Quatro Atrizes e um Menestrel, organizado por Marcos Thadeus, que narra e registra a história dos 10 anos da cia e a biografia artística das atrizes e do músico da trupe, fundada por Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli. Os exemplares serão distribuídos gratuitamente no dia 12/09 antes da sessão e nas outras apresentações. Além da versão impressa, o livro estará disponivel em PDF e em audiolivro, disponibilizados no site de www.astias.com.br
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
NARCISA
Precursora do feminismo, jornalista e poeta premiada, Narcisa Amália de Campos (1852-1924) teve uma trajetória marcante nas artes e na imprensa, com fama na corte no Rio de Janeiro, e talento reconhecido por Machado de Assis e todo meio literário de sua época. Mas por que tão pouca gente conhece a vida e a obra da escritora e artista fluminense? Com dramaturgia de Cilene Guedes, direção de Joana Lebreiro e codireção de Gabriela Estevão, o espetáculo documental “Narcisa” reflete sobre o apagamento de seu nome na história e as difamações de que foi alvo durante sua carreira.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
CARTA À RAINHA LOUCA
Adaptação da obra literária homônima de Maria Valéria Rezende, concebida e escrita a partir de uma carta verdadeira encontrada pela autora nos arquivos ultramarinos em Lisboa. O espetáculo conta a história de Isabel das Santas Virgens que, isolada num convento em Olinda, escreve uma carta à Rainha Maria I de Portugal, conhecida como Rainha Louca, relatando sua trajetória e denunciando as violências cometidas pelos homens no período do Brasil colônia. Isabel é presa e acusada injustamente por tentar estabelecer na região de Minas Gerais um convento feminino clandestino, quando na verdade tratava-se de uma comunidade criada para acolher mulheres pobres, sem família, sem renda, sem destino: as chamadas ‘sobrantes’.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
