Inf Peças
ADULTO
O espetáculo explora duas realidades ao mesmo tempo: a construção da ficção enquanto uma das personagens escreve a peça; e a história em si, que narra a crise conjugal do casal João e Sara, causada pela revelação de um segredo, e que desencadeia muitos conflitos silenciados entre eles. Tudo se intensifica ainda mais quando um casal de amigos, Vitor e Paula, surge com reflexões provocativas sobre a ideia do amor romântico. No contraste dos formatos opostos em que os relacionamentos acontecem, assuntos como traição, trabalho, saúde mental, dinheiro, maternidade, monogamia, machismo, entre tantos outros são inevitáveis na vida adulta.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
ANÔNIMO NÃO É NOME DE MULHER
Anônimo Não É Nome De Mulher parte das histórias de mulheres dadas como loucas e internadas compulsoriamente em regimes opressores. Ambientado no hospício de Santa Teresa, o espetáculo mostra internas e funcionárias lidando com dor, esperança e dilemas morais, enquanto a narrativa questiona se a bondade pode resistir à opressão.
- Sexta18h
ZERO GRAU
Na trama, Amanda é jovem, rica e perdida. Filha de uma família abastada e corrupta, vive sob a pressão de ser feliz e bem-sucedida – mas sem saber ao certo quem é ou o que quer da vida. Em meio a um tratamento psicanalítico, Amanda se depara com a mais dura das escolhas, ser ou não ser. E é nesse limiar que sua vida começa a ser construída. Usando de metalinguagem a peça faz um paralelo com HEDDA GABLER de Ibsen, onde nossa atriz principal vive na ficção o que planejava na sua própria vida.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
NÃO SE ESQUEÇA DE MIM
Três amigas de longa data na faixa dos 60 anos se encontram de tempos em tempos para colocar a vida e seus acontecimentos em dia. Neste encontro, porém, é dada uma missão: Que cada uma se reinvente.
- Sábado17h
- Domingo17h
HAMLET
A nova montagem da Cia Teatro Esplendor propõe uma abordagem intensa, emocional e física — construída ao longo de mais de 11 meses de laboratório nos ensaios — ao mesmo tempo em que preserva a força da poesia shakespeariana. A encenação evidencia os conflitos morais e psicológicos do protagonista e o embate entre aparência e verdade, razão e instinto, poder e corrupção. A adaptação também busca um diálogo direto com o mundo contemporâneo, jogando luz sobre os dilemas éticos que atravessam a sociedade.
- Segunda19h
- Quarta19h
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
BONITINHA, MAS ORDINÁRIA
Em Bonitinha, mas ordinária, Edgard, um rapaz humilde, faz um acordo para se casar com Maria Cecília, uma moça rica que foi desonrada. Porém, sua vizinha Ritinha torna-se um dos vértices de um triângulo amoroso que traz à tona questões de violência, desejo e poder.
- Quarta20h
- Quinta16h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
AS TRÊS VELHAS
As gêmeas octogenárias Meliza e Grazia, duas marquesas decadentes, vivem em uma mansão em ruínas. Devastadas pela fome e pelo abandono, são sempre vigiadas pela centenária criada Garga. Entre devaneios lúgubres, lembranças distorcidas e jogos perversos, elas alimentam fantasias de juventude, erotismo e poder. As Três Velhas é um melodrama grotesco que habita o universo simbólico de Alejandro Jodorowsky, em que o horror e o riso se encontram, expondo as feridas do corpo, da velhice e de um mundo cruel, onde todos e todas são transformados em mercadorias, vendendo-se a qualquer preço para garantir o pão de cada dia.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
PORMENOR DE AUSÊNCIA
A montagem mergulha na figura de Guimarães Rosa, revelando um retrato íntimo e inédito sobre o escritor mineiro. Resultado de um estudo acadêmico profundo, o texto apresenta um Rosa em conflito: a saúde debilitada, o peso das críticas à sua linguagem inovadora e o desejo visceral de alcançar a imortalidade literária – não apenas pela obra, mas pelo título oficial da Academia Brasileira de Letras. Em cena, Oristanio dá vida a um homem dividido entre lucidez e delírio, ainda ativo como diplomata, erudito, viajante dos sertões e gênio da palavra, mas cada vez mais vulnerável diante do próprio fim.
- Segunda20h
- Terça20h
DESATO
A montagem é inspirada pelo livro homônimo — com realização da 8 Produção Cultural e patrocínio da Eletrobras, por meio da Lei Rouanet — e reúne uma coleção de poesias da autora sobre as dores e delícias da nossa contemporaneidade, sob um viés anti-niilista. Em cena, as intérpretes-criadoras Ana Carbatti, Ana Paula Novellino e Letícia Medella, entre os ossos e as emoções, dão vida aos ensaios poéticos de Mosé sobre como encarar o mundo de hoje e suas contingências nessa nossa existência atribulada. Os corpos aqui falam tanto quanto as bocas.
- Segunda19h
- Terça19h
BODAS DE SANGUE – BRADO COLETIVO
Inspirada em um caso real, Bodas de Sangue, escrita por Federico García Lorca nos anos 1930, conta a história de uma noiva que, no dia do casamento, decide fugir com o homem que verdadeiramente ama — disparando uma tragédia onde o desejo confronta a honra, e o amor custa a vida.
- Sábado20h
- Domingo20h
ENTRE NÓS
Na trama, sete jovens viajam para uma casa de campo e decidem escrever cartas destinadas a eles mesmos, para serem abertas no futuro. Porém, a viagem acaba em tragédia, com a morte de um dos amigos. Dez anos depois, um reencontro traz à tona antigas paixões, novas frustrações, emoções de um passado mal resolvido e um segredo mal enterrado em meio aos dilemas da vida adulta. No elenco, estão Antonio Rockenbach, Bels Ferrari, Bernardo Coimbra, Carolina Matos, Lucas Garbois, Maria Paula Marini e Sued Lincoln.
- Quarta20h
CHECHÊNIA: UM ESTUDO DE CASO
Um ator-palestrante propõe um jogo imaginativo: como países distantes podem compartilhar a mesma fronteira simbólica? A partir de uma distopia inspirada em fatos reais, ele mistura ficção e autobiografia para denunciar a homofobia institucional e afirmar a alegria como ato revolucionário de resistência e reinvenção. No caso, a da violência engendrada pela homofobia institucional. Para isso, o ator-palestrante parte das notícias reais sobre a existência de prisões para homossexuais na República da Chechênia em pleno século XXI, para criar uma ficção distópica que é atravessada, a todo tempo, por sua própria história, revelando os meandros violentos por onde essa homofobia institucional se insinua na vida de pessoas dissidentes de gênero. Mas, em algum momento, a ficção precisa ser recusada para que a própria história do ator-palestrante seja reinventada e, assim, o ciclo da violência se torne obsoleto e não mais se perpetue. Afirmar a alegria e a viabilidade da vida é o caminho mais revolucionário para se falar, hoje, sobre a dissidência.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
VOU FAZER DE MIM UM MUNDO
O espetáculo é uma adaptação para teatro do livro da Dra. Maya Angelou, o best-seller “Eu sei porque o pássaro canta na gaiola”, lançado em 1969 e que agora chega ao Brasil com dramaturgia e direção de Elissandro de Aquino. A história, que se tornou um clássico, é a primeira das sete autobiografias que a autora publicou. Em ‘Pássaro’, Maya apresenta um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos durante a segregação dos anos 1930-1940. Nele, parece haver um grito silencioso desse pássaro aprisionado que a Dra. Maya Angelou vivenciou e que a tornou ainda mais forte.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
TRÊS
Inspirado pela atmosfera intensa do tango e pela música visceral de Astor Piazzolla, TRêS mergulha nas nuances do amor, do desejo e das relações contemporâneas. No palco, três corpos formam um trisal que desafia os limites do afeto, da posse e da identidade. A fisicalidade dos intérpretes — Luiza Monteiro, Alex Vilar e Leoci Medeiros — guia a narrativa em uma linguagem que se afasta do rigor técnico da dança para adotar um teatro do corpo, onde cada gesto fala por si. O espetáculo propõe uma imersão sensorial e emocional, em que o silêncio, o toque e o olhar têm tanto peso quanto as palavras. TRêS é uma criação do Teatro de Apartamento, coletivo paraense com 17 anos de trajetória na cena independente, reconhecido por uma produção autoral, crítica e profundamente conectada ao seu tempo.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
