Inf Peças
PESO DA VIDA
Charles é um homem recluso que sofre com suas decisões do passado das quais, apesar de achar certas no momento, acabou lhe trazendo muita angústia e dor ao longo dos anos. De repente, tudo muda, quando ele recebe em sua casa a rebelde Ellen, sua filha que ele abandonou aos 8 anos para seguir um novo amor. Com muita emoção, revelações e dificuldades, "O Peso da Vida" é uma história incisiva, crua, que faz a gente pensar em como a vida vale, e em como as pessoas podem fazer a diferença.
- Sábado19h30
- Domingo19h30
CARTAS DA PRISÃO
Rita, uma atriz-performer, conduz o público por uma jornada psicológica e emocional através de sua pesquisa sobre relacionamentos abusivos. O espetáculo ganha vida quando ela descobre uma série de cartas encontradas dentro do colchão de um presidiário em São Paulo. Essas correspondências, trocadas entre uma mulher intrigante, "M", e o "maníaco da flor" — um psicopata condenado por assassinar e esquartejar mais de 40 mulheres, tornam-se o fio condutor de sua performance.
- Terça20h30
- Quarta20h30
- Quinta20h30
- Sexta20h30
SELVA: SOLIDÃO
Jonathan, um atendente de fast food, Luiz Felipe, um garoto de programa e Antônio, um professor universitário aposentado, três homens gays que têm suas vidas cruzadas. Através dos desenvolvimentos de suas trajetórias e das relações que se estabelecem entre eles, “Selva: Solidão” convida o público a refletir sobre os efeitos de se crescer como uma pessoa LGBTQIAPN+ em um mundo heteronormativo, e sobre o constante sentimento de solidão presente na comunidade.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo19h
UM HOMEM SEM IMPORTÂNCIA
Realizado nos princípios do teatro documentário, “Um homem sem importância” parte da carta escrita por Leo Lama a seu pai, o dramaturgo Plínio Marcos, no dia de sua morte. Através do relato íntimo e contundente de um filho a respeito da trajetória única de seu pai, o solo narrativo mescla memória pessoal e coletiva, conduzindo o público pelos bastidores de duas gerações marcadas pela ditadura civil-militar de 1964.
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
TEAR
Ao se confrontar com a dificuldade de se relacionar na vida adulta, Luiza é convidada a fazer uma viagem para o passado, revisitando sua infância e olhando para a própria família sob outra perspectiva. A história é vivida por cinco atores que interpretam mãe (Shantala Marthins), pai (Caio César), Luiza na infância (Isis Gadelha), Luiza adulta (Yasmin Neves) e um último personagem-chave (Bento Dias) que faz a protagonista refletir sobre a própria forma de se relacionar.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
MINHA CASA
O monólogo é muito sensível e tem um olhar aguçado para as relações humanas, além de trabalhar a nostalgia ao transportar o público para uma jornada de resgate das memórias de uma mulher que dedicou sua vida à arte e à hospitalidade. Com uma interpretação única, a atriz Leila Viany vai costurando suas falas entre o passado e o presente, lançando críticas à modernidade dos tempos imediatistas e fugazes. Na trama, Leila remonta uma época em que morou na antiga casa de outra mulher conhecida no bairro, a Jupira, que era muito simpática e convidava todos para um café enquanto varria a calçada de rua. Em meio a essas lembranças, uma personagem se costura à outra. “A ideia de encenar um monólogo sobre Jupira surgiu dos pontos em comum que temos entre criador(a)e criatura -- arte, artesanato, contato direto com pessoas desconhecidas nas ruas e luta diária pela sobrevivência - além da coincidência de moradia que ocorreu em tempos diferentes”, conta Leila.
- Sábado14h
- Domingo14h
LUA NEGRA
Após ser banida e perseguida, a personagem inicia um longo processo de autoexílio que dura até os dias de hoje. Imediatamente substituída pela dócil e subserviente Eva, Lilith retorna ao imaginário comum como uma mulher perigosa e temível. A partir deste mote, "Lua Negra" a apresenta como cerne da construção de “papéis femininos” nas diversas culturas e elo perdido na invenção da misoginia pelo patriarcado.
- Sexta19h
- Sábado19h
FAROL – O DIABO DE TILA
O dramaturgo da obra Rodrigo Giacomin, se inspirou em seus proprios conflitos familiares, suas vivencias de história, dramas vividos por pessoas proximas de sua familia. Os personagens nasceram na época da pandemia onde todos estavam reclusos dentro de casa. O jovem caminhoneiro Juliano viaja o país colecionando sonhos e amores, até que a chegada da misteriosa Domitila desperta paixão, ambição e segredos ocultos. O espetáculo busca promover uma reflexão profunda sobre as dinâmicas emocionais dos relacionamentos. Questionamentos emergem sobre as diferentes facetas de papéis como filho, namorado, marido e amante. A correlação entre a mulher e a natureza é evidente, manifestando-se em seus sentimentos. Suas emoções oscilam entre a plenitude, tal como a floresta exuberante, e a devastação, comparável ao desmatamento.
- Sexta21h
GAVESTON & EDUARDO
Em cena, cinco bailarinos, um ator convidado e um músico recriam episódios da conturbada relação entre o rei Eduardo II e Piers Gaveston, estabelecendo conexões com os desafios enfrentados pela sociedade contemporânea
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo20h
DE DIONÍSIO PARA KORÉ
O amor descontrolado de um deus por uma mortal, gerando a morte e o renascimento por meio da constante troca de papéis entre os dois amantes.
- Sábado20h
- Domingo19h
ALEATÓRIO
Em um dia comum, a rotina de uma família negra é abruptamente interrompida por uma visita indesejada. O espetáculo, contado pelo ponto de vista da Irmã, reflete sobre luto, violência e racismo, ressaltando a vulnerabilidade da comunidade negra.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
NA LISTA DOS VIVOS
Durante a pandemia do Covid 19, um homem chega em sua casa. Ele está paramentado, protegido, carregando sacolas de compras. No chão, na entrada, encontra cartas deixadas pelo correio. Elas contam experiências com o covid: diagnóstico, internação, UTI, intubação. A leitura delas transformará sua rotina no isolamento.
- Terça20h
- Quarta20h
VELHA D+
Ella, que está com mais de 40 anos, num casamento que sobreviveu à pandemia e à enchente e vive o luto pela perda da avó vítima da COVID-19, vai até a casa na floresta onde foi criada pela matriarca e reflete sobre a perigosa distância que existe entre o que sente com a passagem do tempo e o que está de fato preparada em relação à isso. Uma história de uma família de mulheres e um retorno ao refúgio da herança familiar a leva ao encontro com sua alma ancestral e seu espírito jovem e selvagem na busca de sua identidade e de uma bênção para ser quem ela é. Um ritual, uma cura, um movimento para dentro de si para então seguir adiante melhor, mais livre, mais feliz.
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo19h
MONÓLOGO DA PROSTITUTA NO MANICÔMIO
“Monólogo da Prostituta no Manicômio” do Grupo M´Bêu - Associação de Cultura, Arte e Teatro de Maputo, Moçambique é um texto escrito por Dario Fo e Franca Rame que conta a história de uma mulher sendo interrogada por uma médica e sua equipe. A partir do seu depoimento, nos deparamos com a trajetória de alguém que foi alvo de uma sequência de violências de gênero ao longo da vida.
- Quarta19h
MERGULHO NO MISTÉRIO DELA
As amigas Cibele e Maiara conversam corriqueiramente sobre assuntos diversos, enquanto aguardam pelo nascimento da primeira neta de Maiara. Dessa forma, o espectador será delicadamente convidado a submergir nos mistérios uterinos que geram a corrente de vida dramática da obra. Maiara decide revelar à Cibele um segredo familiar guardado por décadas.
- Segunda18h30
- Terça18h30
- Quarta18h30
- Quinta18h30
