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FÁBIO RABIN – MUITA TRETA
MUITA TRETA é um show de comédia stand up, mas é também um desabafo, sobre o tempo que estamos passando, de pensamentos insanos, ideias absurdas e uma sociedade doente. Então, a melhor arma para enfrentar o ódio e o clima pesado é, sem dúvida, o bom humor e o espírito leve.
VERANEIO
O aniversário da mãe é o mote para o reencontro da família. O cenário de VERANEIO é a uma casa à beira-mar, recém-comprada por uma das filhas, Hercília, decadente apresentadora de televisão e incomodada com a presença da mãe no seu refúgio. Ela e os irmãos, Silvio e Mario Sérgio, estão ansiosos para conhecer o novo e misterioso namorado de Dona Laura, um animado professor de ginástica. A expectativa por esse encontro e as novidades que ele traz afetam a relação familiar.
- Terça20h
- Quarta20h
UM LUGAR CHAMADO AMOR
Numa noite gélida de sexta-feira, os moradores de uma cidade pequena e distante lidam com o amor em oito histórias sobre afeto e saudade, amizade e isolamento, melancolia e esperança. Cada uma é sobre ganhar ou perder o amor, descobri-lo onde menos se espera, e não o encontrá-lo onde sempre esteve. Em "Um Lugar Chamado Amor", relacionamentos terminam, começam ou mudam conforme estranhos se tornam amigos, amigos se tornam amantes e amantes se tornam estranhos.
- Sexta20h30
- Sábado20h30
TRÍPTICO: NÃO ELA, ELE E CULPA
Não ela: o que é bom está sempre sendo destruído - Um casal começa a morar junto ao mesmo tempo que um deles começa seu processo de transição de gênero. O namorado cisgênero então escreve um texto sobre suas questões que emergem no convívio com seu namorado trans. Esse texto é materializado no palco pelo casal em cena, através de cinco programas performativos. Ele - Dois “eles”, um cisgênero e um transgênero, casados na vida real, se colocam num palco para juntos realizarem algumas ações e jogos performativos. São criadas imagens que remetem direta ou indiretamente a questões de sexualidade, gênero, existência e essência. Nesse percurso, surgem reflexões acerca do que é um homem, um “ele”, ou o próprio masculino. Essa peça foi criada quando o autor começou a usar testosterona. Culpa - Uma pessoa transgênera e seus pais fazem uma peça de teatro no qual eles rememoram momentos de sua vida juntos, antes da pessoa transgênera fazer uma mastectomia masculinizadora (retirada plástica dos seios). Através de uma série de imagens, eles refletem sobre as tensões que habitam o relacionamento dos três frente às decisões estéticas e identitárias do filho trans.
A BAILARINA E O PALHAÇO
Inspirado nas tantas histórias de amores sublimes e desvairadas paixões, o espetáculo traz o singelo e clássico amor entre o Palhaço e a Bailarina, representado através de um belo adágio acrobático. Duba Becker e Helena Figueira dão vida aos personagens lúdicos da peça, e utilizam o público na ação, desenvolvendo uma comédia romântica dividida em três pequenos atos narrados por um espectador. A Bailarina e o Palhaço traz à cena música, dança e malabarismos com diversos objetos. Neste espetáculo a companhia demonstra as habilidades técnicas do circo utilizando uma roupagem diferente. O resultado é um espetáculo simples, moderno, de estrutura diferenciada que ao mesmo tempo remete ao circo clássico.
NINGUÉM SABE MEU NOME
Iara é uma mulher preta de meia idade, mãe de Menino, uma criança preta. Em uma conversa íntima com o público, questiona sua própria existência e sua função na sociedade, como mulher e mãe: educar seu filho para que cresça e floresça em sua pureza ou despi-lo, ainda em tenra idade, de sua inocência de modo a prepará-lo para o enfrentamento de uma sociedade que não o reconhece como igual. Ou, ainda, se é possível fazer as duas coisas.
BETTA SPLENDENS
Betta Splendens é uma autoficção que aborda a mente de uma pessoa deprimida - bem como o seu estigma na sociedade – que num possível destino final e trágico culmina no suicídio. O ponto de partida do espetáculo é o estado ininterrupto e concomitante de melancolia/euforia que a autora carregou por algumas das casas onde morou. As passagens por esses espaços são narradas por três personagens que caminham lado a lado com a morte. Caminhadas eufóricas, em um país em crise, que se confunde com fugas. Nestes espaços, um peixe Betta conduz a trilha sonora e as observa. Ele sabe que alguma coisa vai acontecer.
CORDEL DO AMOR SEM FIM
Na pacata cidade de Carinhanha, no sertão baiano, às margens do rio São Francisco, vivem três irmãs, Madalena, Carminha e a jovem e sonhadora Teresa, por quem o namorado José nutre um sentimento arrebatador e possessivo. No dia em que José vai pedi-la em casamento, um encontro no porto da cidade sela o destino de Teresa: ela se apaixona por Antônio, um viajante que está de passagem pela cidade. A partir deste ponto, a trama se desenrola em função da espera de Teresa pelo retorno de Antônio. A espera contagia a todos e as personagens passam a viver na expectativa de que algo mude em suas vidas.
EU AMO CHRIS – UMA PEQUENA COLEÇÃO DE FRACASSOS
Eu amo Chris - uma pequena coleção de fracassos é uma reação ao livro Eu amo Dick, de Chris Kraus, na qual o Coletivo Teatro Dodecafônico apresenta cenas nas quais as relações amorosas, a produção artística e a estrutura patriarcal são postas em xeque. As desigualdades de gênero, o fracasso e a misoginia são temas evocados pela encenação, que convoca o espectador a refletir sobre os limites entre a realidade e a ficção.
PEDRO E O LOBO
PEDRO E O LOBO, peça que reúne orquestra, narrador, bonecos e elementos cênicos para contar a história do menino que, ao desobedecer às ordens do avô, enfrenta e captura o lobo que aterroriza uma região. Em PEDRO E O LOBO o universo erudito se aproxima tranquilamente de crianças e adultos pelo caminho mais simples: o da emoção.
CABO ENROLADO
Sobre os tijolos de uma casa em construção vemos a infância de um jovem periférico sendo edificada. Mais tarde esse mesmo jovem tenta adentrar o novo mercado de trabalho "livre" oferecido pelos aplicativos.
- Sexta21h30
- Sábado21h30
- Domingo18h30
O REI LEÃO
O espetáculo conta a história poderosa de Simba em sua jornada de um pequeno filhote ansioso para se tornar rei até o encontro com seu majestoso destino nas Terras do Reino.
- Quarta20h
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado15h e 20h
- Domingo15h e 20h
COLUNA PRESTES: ENCRUZILHADAS DA MARCHA DA ESPERANÇA
Brasil, década de 1920. A Coluna Prestes rasga o país. Durante a marcha, um grupo de oito pessoas, dos mais diferentes lugares, formam uma inusitada família, entrelaçando e mudando suas vidas. É com essa gente que Luiz Carlos Prestes aprende, forjando seu espírito revolucionário.
CHEMICAL FUNK
O Chemical Funk surgiu em 2006, reunindo um grupo de amigos que já praticavam Danças Urbanas em outros grupos e Cias do Estado de São Paulo, para poder compartilhar mais sobre as danças chamadas de “Funkstyles”, que são as danças vernaculares, atualmente conhecidas como Danças Urbanas que tiveram origem na Califórnia e são descendentes diretas do Soul/Funk. Outra característica do grupo é o fato de gerar conexões entre as gerações, algo que ocorre desde de a sua formação até hoje. O grupo sempre criou projetos e iniciativas agregadoras, convidando outros artistas e outros coletivos para participarem de suas propostas, valorizando aqueles que já estavam fazendo antes de o grupo surgir e aqueles que estão começando agora.
O QUE NOS MANTÉM VIVOS?
A peça O Que Nos Mantém Vivos?, indicada ao Shell de Melhor Direção, ao APCA de Melhor Espetáculo e vencedor do Prêmio Deus Ateu de Melhor Atriz, une artisticamente o Teatro Promíscuo e o diretor Rogério Tarifa, tendo no elenco Renato Borghi, Débora Duboc, Elcio Nogueira Seixas, Nath Calan e Cristiano Meirelles. O texto, de Bertolt Brecht, se estrutura em quatro unidades temáticas, para se debruçar nos elementos que criam ambiente para o triunfo da distopia fascista, bem como no caminho utilizado para a falência das utopias e do humanismo e no triunfo de um sistema desumano e autoritário.
