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CORO DOS AMANTES
Poema teatral sobre a passagem do tempo, sobre o sentir físico e emocional da morte próxima e a possibilidade de mudança que ela traz, porque ainda " temos tempo". A obra traz uma reflexão profunda sobre o modo de vida asfixiante vivido nas grandes cidades, fazendo-nos pensar sobre a urgência de nos reconectarmos com a natureza. Apresentando-a não como um simples objeto de conhecimento, mas como um lugar da experiência e da celebração da vida.
RIO JOÃO
No palco, o público encontrará um espaço de encontro, sem hierarquias, no qual relatos, canções e danças se alternam com conversas diretas com a plateia, criando um clima de celebração coletiva. O espetáculo percorre momentos marcantes da trajetória de João – do Rio de Janeiro com o Grupo Opinião, passando pelo Acre e sua relação com os povos originários, ao trabalho em Minas Gerais, onde viveu grande parte de sua vida – conectando-os a questões urgentes do Brasil de hoje, como a preservação ambiental, a luta contra as desigualdades e a valorização das culturas populares.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A MULHER DESCOBERTA
No relato visceral dessa experiência, -- a personagem conta sua história de um ponto de vista pós-morte--, ela compartilha com o público os caminhos percorridos pelo casal até aquele derradeiro encontro, confessando as entranhas da relação de 39 anos e o percurso de altos e baixos até ali. A narrativa, descrita sob lente feminina, envolve a plateia numa atmosfera de empatia e cumplicidade, com um depoimento extremamente verdadeiro e arquetípico de situações e sentimentos comuns a qualquer casal que vive um longo relacionamento.
O BEIJO NO ASFALTO
Escrita em 1960, O BEIJO NO ASFALTO é uma das obras mais emblemáticas do dramaturgo, e ganha agora uma montagem que dialoga diretamente com os dilemas contemporâneos. A partir de um gesto simples – um beijo entre dois homens no momento da morte – a peça desencadeia uma tragédia pública e íntima, expondo a hipocrisia da sociedade, o moralismo e a manipulação midiática. Na trama, Arandir, um bancário recém-casado, presencia um atropelamento no centro do Rio de Janeiro. Ao atender ao último pedido da vítima, um beijo, torna-se alvo de um escândalo fomentado por um repórter sensacionalista e um delegado corrupto, mergulhando sua família num ciclo de desconfiança, preconceito e destruição moral
- Sábado20h
- Domingo19h
MADAME BLAVATSKY
Madame Blavatsky - Amores Ocultos brinca com os limites da ficção, investigando convenções da representação teatral e simulando, através do texto, uma incorporação mediúnica. Em cena, o espírito de Helena Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, exige retornar a um teatro, utilizando-se do corpo de uma atriz, para colocar a sua controversa história em pratos limpos. Como toda história tem várias versões, Helena é interrompida por outros espíritos, que também querem dividir com o público as suas impressões.
- Segunda20h
- Terça20h
O GUARDA-COSTAS – O MUSICAL
Rachel Marron, uma cantora e atriz muito famosa, recebe algumas cartas anônimas com ameaças e seu agente contrata como guarda-costas, um ex-agente do Serviço Secreto: Frank Framer. Em meio a novas ameaças e atentados, Frank e Rachel se apaixonam.
- Quinta
- Sexta
- Sábado
- Domingo
POP
O espetáculo inventa e reinventa a POP ART dentro do universo infantil, envolve as técnicas de dança, música, artes plásticas e animação de objetos e bonecos. No POP o cotidiano da vida de uma dona de casa, um simples ato de ir ao mercado, adquirir uma roupa ou assistir TV se transforma em situações divertidas onde personagens, produtos e embalagens dialogam com o mundo da publicidade e da moda. No cenário, cubos mágicos e quebra cabeças brincam de montar imagens que aparecem e desaparecem num jogo divertido, nesse jogo surgem personagens e situações inspirados em garotos propaganda, histórias em quadrinhos, anúncios coloridos e letreiros comerciais que fazem referência à cultura pop.
PINDORAMA MODERNISTA
Curupira, Caipora e Saci-Pererê estão perdendo as esperanças em conseguir frear o desmatamento e a poluição do meio ambiente. Saci-Pererê menciona que está lendo a obra "Macunaíma". É quando Macunaíma, essa figura icônica, se personifica e aparece para os três tendo uma ideia ousada: viajar no tempo e pedir ajuda a ninguém menos do que Mário de Andrade. Será que a arte pode ajudar a salvar o meio ambiente?
BRINCAR DE PENSAR
Em “Brincar de Pensar”, a personagem Marília (Isabel Wilker) recebe um presente inesperado e anônimo que desperta sua imaginação e permite que Outrem (Luiz Felipe Bianchini) e sua parceira (Carol Marques da Costa) saiam do empoeirado sótão para brincar de pensar, imaginar, lembrar e criar através das palavras.
BLAIHAIT!
Esta é uma peça num idioma inventado. Um idioma é uma ferramenta coletivamente criada por incontáveis gerações humanas através do tempo. Num diálogo entre a palavra falada (sonora e instantânea) e a palavra escrita (grafada e perene), o Coletivo Karenin se debruça sobre as possibilidades de visão de mundo contidas numa língua. Paralelamente inventada ao idioma, surge uma mitologia cuja entidade primordial é uma criança chamada Blaihait ("Palavras"), que nomeia num idioma inventado tudo aquilo que vê no fundo do supremo Lago do Caos - as águas que tudo contêm. Inventando e escrevendo palavras ao longo da obra, o espetáculo combina esse mito com as trajetórias de Zoôbena e Kuliía (uma artesã de cadeiras e uma pessoa obcecada por escrever seus sonhos), entrelaçando Mito-Vida-Idioma.
MURILO COUTO – IDÉIAS SOLTAS
Agora em 2023 chega com seu novo e audacioso show solo "Ideias Soltas", para novamente elevar o nível do humor (ou talvez, o derrubar). O fato é que suas ideias podem não ser lá muito inteligentes, mas certamente são as mais engraçadas. É um show absolutamente inconsequente, irresponsável e insolente. Ou seja, totalmente imperdível. Recusa imitações.
AS BEE SÃO DE SATURNO E É DE LÁ QUE EU VIM
Em sua busca pelo amor, Samuca, um jovem adulto gay, de 30 anos, vivencia experiências inusitadas e divertidas, enquanto relembra fases de sua vida e faz planos para o futuro, trilhando um caminho de autoconhecimento, aprendizado e dates furados! Será que o amor está no próximo match?
VOLPONE, A RAPOSA E AS AVES DE RAPINA
Volpone é um homem sem filhos, especialista na arrecadação de riquezas e, para mais acumular, finge estar agonizante e diverte-se com o desfile de bajuladores que, na expectativa de serem contemplados em seu testamento, o enchem de favores e se prestam a todas as humilhações. Para tal, Volpone conta com a colaboração fiel e estratégica de seu criado Mosca, que atua na armação de vários quiprocós para satisfazer a luxúria e sadismo de seu patrão. Ascensão social, conquistas amorosas e a influência nos altos círculos, que só o dinheiro pode oferecer, são temas eternos, todos presentes nesta peça escrita há mais de quatro séculos. A nobreza característica dos textos de época se contrapõe às expressões cômicas e bem humoradas presentes nesta tradução, além da teatralidade farsesca marcante na linguagem da peça.
O DEUS DE SPINOZA
Amsterdã, ano de 1677. O país fervilha intelectual e economicamente. Ali um livre pensador questiona as doutrinas e dogmas religiosos e políticos. Baruch de Spinoza é chamado a arrepender-se, mas não abre mão de seu pensamento. Assim passa pelo Herem, a condenação judaica, equivalente à excomunhão, e vai viver no exílio da sua comunidade. Tem o apoio de seu amigo Jan Rieuwertsz, com quem pode desabafar e contar de seus planos futuros. Um convite à reflexão e à liberdade de pensamento. O espetáculo é pontuado por músicas safarditas do século XVII, em língua ladina, executadas ao vivo.
PAGÚ – ATÉ ONDE CHEGA A SONDA
Jornalista, feminista, artista, escritora e desenhista, Patrícia Rehder Galvão (1910-1962) nasceu em uma família burguesa paulista, mas depois, seguindo as orientações do Partido Comunista se proletarizou e foi viver em Santos e no Rio de Janeiro. Dedicou boa parte de sua vida à militância política em Santos, São Paulo, Rio de Janeiro, além de ter viajado o mundo. Desde bem cedo, ela questionava os padrões patriarcais.
- Quarta
- Quinta
