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PRUÉBAME
Pablo, um anarquista perseguido pela polícia, encontra refúgio no Pandemo: “Um pulmão de oxigênio no coração de Buenos Aires, um lugar onde tudo é permitido”, um bordel homossexual e seleto na turbulenta Buenos Aires. a partir do início de 1920. Lá conhecerá Ezequiel, padroeiro do lugar que se encarregará de lhe ensinar dança e costumes para incorporá-lo ao seu elenco de meninas. A obra trabalha as formas do amor, os limites do pré-estabelecido e as relações entre a política, o corpo e o desejo.
- Terça19h
MUJER DE PIEDRA
Doña Luz María é a mulher de pedra, que no julgamento por tentativa de homicídio que enfrenta contra a polícia municipal, podemos reconhecer os problemas sociais de nossos camponeses em suas terras e na capital, onde chegam com a promessa de dias melhores para suas famílias. Essas são histórias de mulheres de uma cidade que, por acaso, são de toda a América Latina.
- Terça20h30
5 MINUTOS
Um homem preso há 50 anos. Manuel. Operário. Poderia ser Manoel Fiel Filho, militante de base do PCB morto pela ditadura brasileira. Ou outro Manuel, chileno, personagem ficcional da canção de Victor Jara, Te recuerdo Amanda, sobre o amor de Amanda e Manuel. O preso registra os dias e tenta se lembrar do que passou. É atravessado por suas memórias, nossa história desconhecida. Uma voz que busca ser ouvida e repercute nas ruas ainda hoje.
- Sábado20h
TERRITORIAS
Mergulho nas complexidades da experiência imigrante, explorando temas de pertencimento, identidade deslocamento através de uma linguagem corporal cadê minha vimento encarregado de significado, revelando as histórias e as lutas dos que buscam um novo lar em terras estrangeiras. "Territoriais" é um espetáculo de dança e performance. Foi criado em junho de 2023 eu alycia Machaca e trissaguiar, após uma única apresentação e devido a críticas positivas, fomos convidados para novas apresentações. A pesquisa explora sentimentos e experiências de imigrantes através de movimentos e da expressão artísticas criado como parte de um seminário de dança, o espetáculo rapidamente ganhou reconhecimento, sendo convidado para um festival de 3°edição vale do Anhangabaú, satyrianas e bienal.
- Quinta19h
KUADERNOS PALESTINOS
PALESTINIAN KUADERNOS é um trabalho de investigação sobre a causa palestiniana e o papel heróico das mulheres pela liberdade do seu povo e pelo direito à autodeterminação, ao regresso à terra das Oliveiras. Uma proposta teatral que conta a história de Hafizá. Uma mulher palestiniana que resiste e luta pelo seu povo numa terra ocupada, usurpada e tomada há mais de 70 anos pelo Sionismo Internacional. Histórias e testemunhos que procuram ser apagados a cada bomba, para aniquilar a memória e exterminar um povo que dia após dia resiste e luta para recuperar a sua liberdade e dignidade. KUADERNOS PALESTINOS, é a voz no palco das mulheres no contexto da guerra e da sua resistência, que apesar da tragédia e do genocídio sistemático continuam a lutar, semear e defender a sua nação. Em cada oliveira plantada há esperança, em cada chave está a promessa do retorno, a fé de voltar para a sua casa, aquela que lhe foi tirada. E agora ela carrega consigo a história de seus descendentes.
- Quarta20h30
LA MIRÍADA
Os personagens ganham vida através do circo, da música, e dos fantoches para contar histórias que passaram pela falta do sentido da vida. Atirando histórias através de imagens e mensagens causando mudanças substanciais, contra a corrente de uma sociedade detestavelmente individualista e egoísta.
- Segunda19h
LÁGRIMAS DEL CIELO
Nós recriamos esta história, que propõe uma reflexão sobre a destruição gerada pela guerra do narcotráfico e os cultivos ilícitos. Inspirados na história dos NUKAK-MAKÚ, uma tribo indígena que habita o coração da selva de Guaviare, isolada da civilização e cuja existência só foi conhecida em 1988. No meio do fogo cruzado, um pequeno grupo de NUKAK-MAKÚ tenta sobreviver ao avassalador avanço da civilização e da violência, acabando inevitavelmente em um deslocamento de seu habitat natural e na destruição de sua cultura. Esta obra foi construída com uma linguagem não verbal; ela apresenta uma estética própria, com bonecos construídos em madeira esculpida, elementos cênicos que recriam os ambientes da selva e uma cuidadosa seleção de sons e música que mergulham o espectador em uma aventura fascinante e emocionante.
- Domingo15h
IDENTIDAD ANCESTRAL – QUE SEGREDOS GUARDAM NOSSOS REFLEXOS? – ESTUDO Nº3
Descobrir a si mesma através da outra. Tão distantes e tão próximas. O que é ser uma mulher afro-indígena-latina-colonizada? O que tem em comum as populações negras e indígenas do Brasil e da Bolívia? As mesmas dores. Histórias silenciadas. Reconhecer na outra a cor da pele, o cabelo, o corpo. Compartilhar memórias e ensinamentos. Duas corpas que contam histórias de dois países colonizados na busca por ressignificar uma ancestralidade invisibilizada.
- Domingo17h
PALENQUE SONORO
Uma performance interdisciplinar que se baseia na reflexão do que significa ser mulher negra na América Latina. É uma viagem pelo poéticas sonoras como a cumbia ,o rape e a palavra falada que compõem um grito de rebelião sobre as intersensibilidades afrofemininas. Os encontros e desencontros de o processo de auto-reconhecimento e reivindicação de o corpo afro a partir do encontro com outras mulheres negras.
- Sábado20h
VÉI MANÉ (OU DE QUANDO ABRI OS OLHOS)
Mané Lucena, um retirante-brincante, contador de histórias conduz a plateia em uma viagem pelo Brasil, contando a trajetória de uma improvável família retirante nordestina brasileira, que sai do estado do Ceará rumo a São Paulo no ano de 1971. Ao contar essa história o brincante explicita toda a dor e o preconceito sofridos pelo povo do nordeste brasileiro, que, principalmente nas décadas de 60 e 70, deixaram suas terras rumo ao Sudeste do Brasil, em busca de melhores condições de vida, comida, trabalho e água. Assim, os personagens da família Lucena vão aparecendo, contando suas histórias e evidenciando as consequências desse processo de migração forçada dentro do Brasil.
- Segunda20h
LEITURA ÀS CEGAS – BODAS DE SANGUE
“Bodas de Sangue" foi escrita por Federico García Lorca. Ela retrata a história de um triângulo amoroso trágico em uma comunidade rural espanhola, explorando temas como amor, destino e violência. Nesta versão adaptada por Solange Dias e dirigida por Juliano Barone, busca-se dar uma nova leitura a esta obra fundamental do teatro e trazer à tona a poesia e musicalidade do autor. "Bodas de Sangue" conta a história de uma noiva que, apesar de prometida a outro homem, foge com seu antigo amor. O casamento arranjado desencadeia uma série de eventos trágicos, envolvendo paixão proibida, rivalidade e consequências devastadoras. A peça aborda temas como tradição, liberdade e as consequências do amor proibido.
- Sábado17h
- Domingo17h
SOMOS TÃO JOVENS: A IMENSIDÃO ÍNTIMA DAS COISAS
Uma escritora frustrada escuta seu corpo falar e é lançada numa fantástica jornada de autoconhecimento. A psicanalista P nos narra os estranhos acontecimentos por dentro da protagonista. Com ajuda de um ator e uma atriz, que interpretam micróbios, células e órgãos, revela-se a sua imensidão íntima e se redimensiona seu propósito: a busca pelo amor-próprio.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado19h
- Domingo18h30
O SONHO DE UM HOMEM RIDÍCULO
No premiado espetáculo “O Sonho de Um Homem Ridículo”, de Fiódor Dostoiévski, o personagem mergulhado em reflexões sobre as contínuas frustrações em sua vida, bem como a falta de significado e propósito no mundo que o rodeia, adormece na poltrona diante do revólver carregado, após decidir acabar com sua própria vida. Inicia-se então um dos sonhos mais fantásticos da literatura mundial, onde Dostoiévski propõe uma reflexão sobre o sentido da vida, a existência ou não do além vida, a força da empatia e o amor como um grande valor universal, explorando a introspecção do personagem e sua jornada rumo à compreensão de si mesmo e do universo ao seu redor.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
ALICE
Em uma mescla de ficção e realidade, o espetáculo reúne em cena atores que foram personagens verídicos de uma história acontecida em uma escola na periferia da cidade de Primavera do Leste. A história foi contada pela própria protagonista, Alice Anayumi, durante uma aula de teatro do Ponto Faces de Cultura para adolescentes em torno de temas como bullying e racismo. Em Alice, a personagem-título, vivida pela atriz Alice Anayumi, não se reconhece mais como Fernando e decide ir para a escola com o uniforme com o qual se identifica. No entanto, ela passa a sofrer violência psicológica por alunos e o descaso por parte de professores, proibidos de falar sobre questões de gênero. Alice persiste, pois entre as descobertas da adolescência e das fronteiras de seu próprio corpo aprendeu a lutar pelo direito de ser feliz.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo19h
CATÁBASE
Em cena, a atriz conduz o público por narrativas oníricas e rituais psicomagicos, percorrendo uma trajetória funerária, na qual vai revelando as circunstâncias da morte da sua avó paterna. Diante da morte do seu tio, irmão do seu pai, 12 anos após a morte de sua avó, a neta se vê na rodoviária de Curitiba tentando retornar a São Paulo com uma mala grande, repleta de fotos, documentos e cartas da família e quatro urnas funerárias - uma da sua avó, outra do seu tio, e mais outras duas de pessoas desconhecidas, das quais nem mesmo os nomes ela sabe. Ela só pode intuir, pelo peso de cada uma das urnas, o tamanho que essas pessoas tinham enquanto vivas. Ela não possui os documentos necessários para realizar esse transporte, nem tem uma mala adequada para carregar todos esses mortos. No entanto, carrega-os de modo improvisado e inadequado, numa espécie de suspensão do tempo, conferida pelo caráter insólito da situação.
- Quinta21h
- Sexta21h
- Sábado21h
- Domingo20h
