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MÃE BAIANA
O espetáculo faz parte da trilogia “Matriarcas”, que deu início com o monólogo “Mãe de santo” e que terminará com a peça “Mãe preta”, num projeto idealizado pela atriz Vilma Melo e o produtor cultural Bruno Mariozz. Mãe Baiana parte da perda de um filho, fato que Helena Theodoro viveu quando seu menino de quatro anos morreu afogado. Apesar da premissa triste, as autoras preocuparam-se em não pesar o espetáculo, até porque a personagem da avó – assim como a autora – sofre, mas entende a morte. No início, a neta não compreende, mas passa a entender ao longo da história. O cenário criado por Renata Mota e Igor Liberato é composto por ambientes de uma casa, divididos entre sala, cozinha e quintal, onde avó e neta conversam, cozinham e recordam as histórias da família. No quintal, são usados dez quilos de terra e de sementes de girassol.
- Quarta21h
MENINOS
Dividida em três partes, Meninos é uma peça que reflete sobre a masculinidade contemporânea a partir de suas fraturas e de suas possibilidades de reinvenção dentro das relações familiares. Histórias permeadas pela ausência traçam novos caminhos de afeto para tios, sobrinhos, irmãos, filhos e pais.
- Domingo20h
MUNDO SUASSUNA
Mundo Suassuna oferece um tabuleiro de histórias no qual a mítica do sertão nordestino é o fio condutor, celebrando a força encantada do Brasil profundo. Montado em seu cavalo Pantero (referência ao Cavalo Marinho, brincadeira nordestina com origens ibéricas), esse príncipe sem rei (um Suassuna órfão de pai, interpretado por Guryva Portela), carrega seu caderno e anota nele a vida, representando o viajante imaginário que precisa reencontrar a cultura popular. Em sua jornada o Cavaleiro atravessa a Cidade e o Sertão, enfrenta a Morte, decifra enigmas e é guiado pela Santa Compadecida. Sua aventura é escrita e documentada e o livro é a sua obra, que será coroada na Festa do Meio-Dia.
- Domingo12h
NOITE DE BRINQUEDO NO TERREIRO DE YAYÁ
Maria é uma menina rainha e guerreira de seu reisado que está prestes a viver um dos momentos mais desafiadores de sua vida: entregar sua coroa onquistar outro lugar nesse tradicional folguedo. Não bastasse o desafio de crescer, coisas estranhas acontecem no terreiro de Yayá, sua Avó, o que convoca a menina a uma jornada pelo sertão. Na travessia, ela segue com uma trupe de artistas dos confins. Juntos, cruzam arraiais cheios de encantarias, roçados assombrados por injustiças, histórias de dar medo e uma noite sem fim. Nesse rito de passagem inspirado nas tradições dos folguedos e saberes dos terreiros, num diálogo com os reisados e as congadas brasileiras, a luta é contra o esquecimento e os muitos apagamentos. A heroína descobre como guerrear e festejar, contar com a ajuda de seres encantados e desvendar a sabedoria ancestral das encruzilhadas, lugar de encontro e aprendizagem.
- Domingo11h
PALAVRA DE MULHER
O espetáculo canta e encanta, faz rir e faz chorar. Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa emprestam corpo e voz a tantas outras mulheres de Chico de Buarque (que este ano completa 80 anos) para, num clima de cabaré, falar, por meio da música, de amores, dores de amores, esperança, solidão, encontros, desencontros, sedução, felicidade, força, abandono, liberdade, sonhos e conquistas. Para além da grande beleza e qualidade artística, o espetáculo traz a discussão sobre o universo feminino para o centro do palco.
- Sábado21h
PEQUENO CIRCO DAS ATRAPALHADAS
Trancadas em um circo fantasma, as palhaças Celinha, Clowndette e Mussarela relembram a relação trágica com o Patrão, um tirano que sempre muda de humor nos bastidores. Com músicas originais e dramaturgia própria inspirada nos quiprocós do circo-teatro, elas reinventam a realidade e criam um espetáculo de variedades com números circenses apoteóticos.
- Sábado20h
- Domingo19h
MOSTRA DE SOLOS: A COBRADORA, PORTAR (IA) SILÊNCIO, SOBREVIVENTE E A DOENÇA DO OUTRO
Com duas peças por final de semana, a programação é realizada na Sala Multiúso do IC, em paralelo às temporadas teatrais e de shows da Sala Itaú Cultural. Dando luz a questionamentos e reflexões sociais – em formato biográfico ou ficcional –, a mostra recebe nas duas primeiras semanas A Cobradora, com a atriz Maria Alencar Rosa, PORTAR (IA) SILÊNCIO, com Jhoao Junnior, SOBREVIVENTE, com Nena Inoue, e A Doença do Outro, de Ronaldo Serruya.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
FRANCISCO(S)
Com coreografia de Anselmo Zolla e direção teatral de William Pereira, Francisco(s) apresenta intensa carga poética, enfocando os vários aspectos da obra dos autores: o lírico, o poético, a reflexão sobre o Brasil e sua pluralidade. Grandes estruturas cenográficas criam um espaço dinâmico, de forte impacto visual, que utiliza andaimes, praticáveis e espelhos formando caleidoscópios — uma metáfora para a poesia dos corpos que se reflete na poesia da canção. A direção musical é do maestro Wagner Polistchuk, regente da Osesp. William Pereira queria um espetáculo no qual as várias facetas de Chico Buarque pudessem ser dançadas, em um mergulho no espírito das canções. E para esta empreitada, conta com a criatividade e o talento do coreógrafo Anselmo Zolla.
- Quarta20h
- Quinta20h
OLIVER E O MONSTRO DOS OLHOS VERDES
Uma criação de Fábio Ferretti a partir da obra Les Faux-monnayeurs de André Gide. Após a morte do companheiro, um homem entra em contato com um acervo de cartas e diários guardados por este. No material encontrado, o homem descobre fatos e acontecimentos até então desconhecidos, que ocorreram há quarenta anos e que foram determinantes para que ele pudesse encontrar seu companheiro. O material encontrado foi escrito e deixado por Eduardo, seu sobrinho Oliver e o amigo deste, Bernardo. Os fatos descritos narram a relação destes três homens, onde cada um expõe seu ponto de vista sobre os acontecimentos. A amizade de Oliver e Bernardo, a amizade de Bernardo e Eduardo e a relação amorosa entre Oliver e Eduardo são descortinadas e possibilitam ao homem, depois de quarenta anos, descobrir os meandros da sua própria história e os acontecimentos que possibilitaram a ele ser o homem que se tornou. Entre encontros e desencontros e uma tentativa de suicídio, a relação dos três é esmiuçada e o olhar de cada um deles é lançado sobre suas relações e sobre os diversos acontecimentos gerados por elas. A história destes três homens e seus relatos desencadeia nesse homem uma imagem mais clara do seu companheiro perdido.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado20h
- Domingo18h
A RAINHA ONÇA
Luna é uma onça com poderes mágicos que está prestes a assumir o lugar de sua mãe: a Rainha Marica. Elas vivem em um Pantanal encantado com arvores vivas, animais de todas as espécies e muitas aves que colore tudo com suas cores e cantos. Luna acaba de completar 12 anos e vai ser apresentada a todos da reserva em que vivem, pois, ao nascer ficou escondida por ser especial e há anos não nascia uma onça especial na reserva e que poderia ser a nova rainha, a nova líder maior do seu reino animal. O nascimento de Luna foi difícil, e um fato raro. Por isso ela precisou ficar escondida, tendo como guardião o Tui, um Tuiuiú muito atrapalhado e desatento, que deve fazer de tudo para que nada aconteça a próxima rainha. Mas tudo dá errado quando Luna, curiosa, sai para conhecer a sua reserva e é capturada por um caçador cruel que a prende no Circo Malvadoso S\A. É quando sua mãe sai para resgatá-la.
- Sábado15h
- Domingo15h
LET’S PLAY THAT, OU VAMOS BRINCAR DAQUILO
Criado a partir da leitura de “Torquatália”, uma antologia de obras de Torquato Neto, conduzida por Paulo Roberto Pires, a vida e obra de Torquato Neto ganham uma nova dimensão ao migrarem do universo literário para o palco teatral. No espetáculo sem quarta parede e com duração de 80 minutos, Tuca Andrada apresenta as impressões e marcas que teve ao se envolver com o poeta e convoca o público a interagir; perguntando, fazendo críticas e tirando dúvidas, o que o torna sempre renovado a cada noite. O espetáculo se desenvolve numa arena ou semi arena onde o público esta dentro da ação. Como se numa roda de amigos o ator começasse a contar a história de um artista inclassicável/não enquadrável, sobre qualquer aspecto, e o efeito produzido dessa obra nesse ator. Durante pouco mais de uma hora, o mundo e o tempo de Torquato Neto toma conta do ator e ele narra sua visão da história, com a ajuda apenas de um banco, sonoplastia, música, dança e com um chão coberto com poesias do Poeta.
- Segunda19h
- Sábado18h30
- Domingo18h30
PEÇA FILME: NOSSA CIDADE BRASILEIRA
O enredo se passa na fictícia cidade de “Nascente”, no interior paulista, nas décadas de 1930 e 1940, quando as histórias de duas famílias se cruzam em meio à passagem inevitável e implacável do tempo. Ao redor dessas famílias, acompanhamos outras personagens típicas do interior. É no cotidiano aparentemente simples, trivial e banal que temas universais se revelam, como nascimento, amadurecimento, trabalho, religião, casamento, família, amor e morte. A obra reflete sobre a vida e a morte, os ganhos e as perdas, o micro e o macro, o simples e o elevado, sobre o tempo e as relações humanas. Citando o autor do texto original: “É uma pequena peça contendo todos os grandes assuntos; é uma grande peça com todas as pequenas coisas da vida amavelmente gravadas em si”.
- Segunda19h
ERGA OMNES
Erga Omnes é uma expressão em latim que significa “contra todos”, “frente a todos”. É muito usada no mundo jurídico para dizer que uma norma se aplica igualmente a todas as pessoas. Nesse sentido, uma invenção humana, questionável e contraditória. Erga Omnes propõe pensarmos as estruturas às quais pertencemos, aquelas que nos oferecem proteção e nos cobram obediência. O que pode um grupo diante das ficções que cria e sobre as quais se insurge?
- Sexta19h
- Sábado19h
COMO SALVAR UM CASAMENTO
A peça original fez grande sucesso e rodou todo o país há 15 anos. Agora, repaginada, tornou-se um monólogo, em que Nany também aborda novas nuances sobre o amor, como os relacionamentos em todas as suas formas e o protagonismo das mulheres. A interatividade com o público, uma das maiores marcas do trabalho da atriz, não vai ficar de fora no monólogo dinâmico, divertido, inteligente e com o “jeitinho Nany de ser”.
- Quinta20h
FANTASY, UMA VIAGEM MUSICAL
A história se passa no Vale Encantado, onde os personagens das histórias mágicas moram em seus castelos. Certo dia, Aladdin percebe que a Malévola, a bruxa da Bela Adormecida, está sobrevoando o vale e, ao se encontrar com Pinóquio, Rapunzel e outros de seus colegas, descobre que mais vilões foram vistos perambulando pelo reino. Essa experiência mágica convida a criançada para enfrentar vilões poderosos e ajudar seus personagens favoritos a salvar as histórias encantadas. O musical passa para os pequenos a mensagem de que o bem sempre vence o mal, de que devemos preservar a pureza no coração das crianças e de que as pessoas precisam se unir para enfrentar situações difíceis.
- Sábado15h
- Domingo15h
