Inf Peças
REQUEBRANDO
“Requebrando” se configura como uma intervenção de dança que propõe a criação de um ambiente coletivo, organizado como um baile. A atividade estabelece um percurso sonoro que atravessa diferentes ritmos e ambiências, conduzindo a experiência do público. A construção coreográfica parte de vivências relacionadas a corpos femininos periféricos e afrodiaspóricas
- Sábado12h
PAÍS GAMBIARRA
Criada durante o isolamento da pandemia de covid-19, a dramaturgia coletiva do grupo mergulha em um Brasil fictício onde a água virou moeda de troca e os trabalhadores — personificados na figura dos entregadores — recebem em litros. Nesse cenário, canos são furados propositalmente, o governo anuncia obras de contenção enquanto lucra com a venda de um fármaco, e a morte se transforma em nova demanda de entrega. A narrativa, que já deu origem a uma HQ homônima distribuída gratuitamente em escolas e bibliotecas públicas, agora ganha corpo no palco do Tápias, com direção de Jefferson Santi e um elenco que combina potência cômica e precisão crítica.
- Sábado19h
- Domingo19h
O MENINO E A CEREJEIRA
Adaptação e direção de Stella Tobar, da obra do pacifista japonês Daisaku Ikeda, é um convite à cultura da esperança. Ideal para todas as idades, em especial público infantil, o enredo segue a história de profunda amizade entre um garoto e um senhor que cuida da única cerejeira sobrevivente aos ataques de bomba no pós-guerra do Japão. E os desafios da família em sobreviver a esse período de reconstrução. A luta por fazer a cerejeira florescer ensinará sobre coragem, força e esperança para vencer as dificuldades. . O cenário é composto por taikôs (tambores do Japão), painéis e bonsai, que ajudam a compor o enredo de forma lúdica e vibrante.
- Sábado14h30
- Domingo14h30
AS CENTENÁRIAS
A nova encenação aprofunda a relação da dramaturgia com a cultura popular ao incorporar 16 canções originais compostas por Chico César, que passam a conduzir a narrativa. Sob direção de Luiz Carlos Vasconcelos, o espetáculo acompanha duas mulheres centenárias que percorrem o sertão realizando rituais de despedida — uma história que equilibra humor e emoção ao retratar a força das tradições, da oralidade e da ancestralidade nordestina.
- Quinta19h
- Sexta19h
- Sábado17h
- Domingo17h
FESTIVAL CONEXÕES.ARTE
No palco do teatro, o público terá a chance de ver gratuitamente espetáculos com a Orquestra Chiquinha Gonzaga, a Orquestra Guanabara – Agência do Bem, a Orquestra Maré do Amanhã, o Ballet Manguinhos, com o espetáculo Para sempre Elza, em homenagem à Elza Soares, além do Coro LGBTQIAPN+ da Rocinha, a Cia de Ballet Dalal Achcar, com as coreografias Paradise Garden, Cardinal e Sem Você, e o Passinho Carioca. A programação completa e todas as informações sobre o festival estão no site festivalconexoes.com.br
- Quinta20h
- Sexta10h e 18h
- Sábado10h, 14h30 e 18h
- Domingo10h e 14h30
FLASHDANCE – O MUSICAL
Clássico absoluto do cinema dos anos 1980, Flashdance ganhou o mundo a partir do filme lançado em 1983, que se tornou um fenômeno da cultura pop. O sucesso nas telas deu origem à adaptação para os palcos, que desde então vem conquistando plateias em diferentes países e agora chega ao Brasil em uma nova montagem. A história acompanha a jovem operária Alex Owens, que sonha em se tornar bailarina profissional. O musical preserva a energia, o romantismo e as músicas que marcaram gerações.
- Quinta20h
- Sexta20h
- Sábado16h30 e 20h30
- Domingo15h30 e 19h30
RAPSÓDIA – GUARUJÀ
A peça como um corpo sem órgãos, partindo do inconsciente como máquina desejante, através de um texto lírico dramático, singular e radical: o espetáculo do Teatro Esquizo foca na potência mágica da fala e a sua força ritualística ancestral de nos fazer ver uma América Latina inédita, cyberpunk e fantasmática.
- Quarta20h30
- Quinta20h30
SE AS COMIDAS DOS FOLHETOS FOSSEM COMESTÍVEIS
Dois jovens, irmãos negros e gêmeos não idênticos, encontram-se trancados em uma cozinha desativada. Entre talheres, panelas e restos de folhetos de supermercados, expõem suas feridas, desejos e a violência cínica e silenciosa das “pessoas de bem”. Enquanto a fome aperta, questionam: corpos como o deles têm direito de existir para além da sobrevivência?
- Sexta20h
UMA VIAGEM ATÉ A LUA
A tarde de brincadeiras do Miguel, um menino de 8 anos, vira de cabeça para baixo quando ele conhece o... Bom, de dia, Túlio, de noite, Júlio, e, de tarde, Túlio Júlio, um menino jupteriano que o convoca para uma missão espacial muito importante: a de alegrar a Lua. Misturando teatro de sombras e teatro musical, "Uma Viagem até a Lua" é uma adaptação teatral do livro homônimo que vai trazer diversão e encantamento para toda a família.
- Sábado11h
- Domingo11h
RITUAL DOS INVEJOSOS
Um encontro casual. Afinidades inesperadas. E segredos que talvez nunca devessem ser revelados. Essa é a atmosfera de “Ritual dos Invejosos”, espetáculo que chega ao Teatro Candido Mendes, no Rio de Janeiro, e aposta em uma narrativa intensa e provocadora para capturar o público desde o primeiro instante.
- Terça20h
JOGO DE IMAGINAR
A encenação, uma comédia, com linguagem de palhaçaria, amplia o olhar sobre as origens do teatro ao incorporar tradições como os griots africanos, expressões das Américas e narrativas que remontam aos primeiros agrupamentos humanos, deslocando a perspectiva exclusivamente eurocêntrica. A proposta destaca o teatro como espaço de encontro entre artistas e espectadores, onde imaginação e invenção se constroem coletivamente.
- Domingo15h e 17h
HADASSA – O MUSICAL
O espetáculo se destaca também pela qualidade técnica: cenários que transportam o público para o universo da narrativa, figurinos detalhados, trilha original marcante e um elenco carismático que transita entre grandes coros, cenas intimistas e momentos de forte carga dramática. A mesma excelência vista em outras produções da Cia Nissi, como “Rua Azusa – O Musical” e “Luther King – O Musical”, se faz presente em Hadassa, reafirmando o compromisso do grupo com o teatro musical de alto nível e com mensagens relevantes.
- Sexta19h
- Sábado14h30 e 19h30
- Domingo14h
SACAROSE
Filho de uma família de cortadores de cana, Edu Rosa parte de sua própria história como motor criativo do espetáculo, trazendo para a cena relatos e memórias de seus familiares. Inspirado por essa relação íntima com o universo do trabalho rural nos canaviais, o espetáculo articula memória pessoal, documentos históricos e depoimentos para investigar as permanências do sistema colonial nas formas contemporâneas de trabalho e poder. Mais do que um solo autobiográfico, a obra tensiona a ideia de progresso brasileiro e propõe ao público uma experiência que não separa estética e política, reafirmando o teatro como espaço de elaboração crítica da memória nacional.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
A MULHER ESTÁTUA
Uma mulher que ganha a vida imitando estátuas decide fazer de si mesma um monumento. Ao relembrar um acidente que provocou ao explodir uma baleia morta, percebe que outra explosão está prestes a acontecer.
- Sexta19h
- Sábado19h
- Domingo18h
CLEMENTE
Uma mulher cearense, nascida na Roça Velha, região do Cariri, dança em um palco reflexivo, como se o tempo fosse um buraco sem fim, cavando um movimento entre gerações que se entrelaçam sem sequencialidade, insistente na força do presente. Um inventário de gestos guia a proposta de Clemente, como uma expedição que ativa camadas do luto ao mesmo tempo que articula a força da vida, modificando as oposições recorrentes entre a vida e a morte, num desenho que as indefine. Uma peça que olha adiante no agora. Há, ainda, três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR.
- Quinta20h30
- Sexta20h30
- Sábado20h30
- Domingo18h
